Já conheço o Massimo Busacca há algum tempo e pareceu-me sempre uma pessoa desinibida, muito simpática, mas equilibrada. No último jogo na Dinamarca, talvez pressionado por alguma coisa, ou por alguém que estava perto, não esteve tão à vontade e cometeu alguns lapsos que tiveram reflexos no resultado. No entanto, longe de mim pensar que seria possível ver este árbitro a ter o protagonismo que nos últimos dias o envolveram. Passou-se, ou, como agora diz, existe uma campanha contra si. Lá estranho é.
Numa tarde de Maio de 1991, 18 jovens, cada um com uma placa na mão, com uma letra impressa, apresentaram-se no relvado do Estádio Nacional, no intervalo da Final da Taça de Portugal. Juntas as 18 letras, formou-se esta frase. Luís Figo, Rui Costa, João V.Pinto, Jorge Costa, Rui Bento, Brassard, Peixe, entre outros, eram os jogadores que formavam esse grupo. Semanas depois, em Lisboa, mas no Estádio da Luz, perante 127.000 espectadores, tornaram-se Campeões do Mundo Sub/20.
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