João Gabriel, Director de Comunicação do SL Benfica
Lembram-se do que aconteceu a José Mourinho, em Inglaterra, quando se encontrou com Ashley Cole, sem o clube deste saber, antes da sua transferência para o Chelsea?
Numa tarde de Maio de 1991, 18 jovens, cada um com uma placa na mão, com uma letra impressa, apresentaram-se no relvado do Estádio Nacional, no intervalo da Final da Taça de Portugal. Juntas as 18 letras, formou-se esta frase. Luís Figo, Rui Costa, João V.Pinto, Jorge Costa, Rui Bento, Brassard, Peixe, entre outros, eram os jogadores que formavam esse grupo. Semanas depois, em Lisboa, mas no Estádio da Luz, perante 127.000 espectadores, tornaram-se Campeões do Mundo Sub/20.
João Gabriel, Director de Comunicação do SL Benfica
Lembram-se do que aconteceu a José Mourinho, em Inglaterra, quando se encontrou com Ashley Cole, sem o clube deste saber, antes da sua transferência para o Chelsea?
Esta foto foi tirada antes de um Rep.Irlanda/Portugal, realizado em Dublin. Eusébio e Jack Charlton, na altura Seleccionador da Rep. da Irlanda, cumprimentam-se como amigos. Verdadeiros ídolos sem fronteiras, recordando provavelmente o Mundial de 1966. Como curiosidade, vê-se Charlton recolhendo os casacos de frio dos jogadores da sua equipa, actividade que em Portugal é desempenhada pelos técnicos de equipamentos. Outras culturas. 
Padrão dos desenhos inspirado na Wycinanka, arte das zonas rurais da Polónia e Ucrânia.
A direcção criativa coube a Hélder Pombinho, que chefiou a equipa da Brandia Central na criação do logo do Europeu.



Felizmente não teremos viagens muito longas para efectuar, nem visitas a Países do leste europeu. A Dinamarca será o nosso principal adversário, como o foi na qualificação para o mundial. A Noruega tem um passado recente, principalmente, de jogos particulares, e o nosso registo é bastante positivo. Com Chipre, apesar de ter crescido como equipa, será um adversário particularmente difícil quando jogarmos na ilha. Com a Islândia será uma estreia absoluta e teremos de evitar naturalmente os períodos de inverno, que nesse país é extenso e duro. Dentro daquilo que tem acontecido no passado, entendo que se pode considerar um sorteio positivo e que possamos encarar a possibilidade da nossa qualificação como um objectivo muito real.



“Invictus” é um pequeno poema escrito pelo poeta inglês William Ernest Henley. Foi escrito em 1875. Henley aos 12 anos foi vitima de tuberculose óssea que poucos anos mais tarde levou a que lhe amputassem uma perna até ao joelho. Em 1875 escreveu aquele poema numa cama de hospital. Apesar do seu problema e limitação física sobreviveu com apenas um pé intacto e levou uma vida activa até aos 53 anos
Poema:
Do fundo desta noite que persiste
a me envolver em breu – eterno e espesso,
a qualquer deus – se algum caso existe,
por minha alma insubjugável agradeço.
Nas garras do destino e seus estragos
Sob os golpes que o acaso atira e acerta
Nunca me lamentei – e ainda trago
Minha cabeça – embora em sangue – ereta.
Além deste oceano de lamuria
Somente o horror das trevas se divisa
Porém o tempo, a consumir-se em fúria
Não me amedronta, nem me martiriza
Por ser estreita a senda – eu não declino
Nem por pesada a mão que o mundo espalma
Eu sou dono e senhor do meu destino
Eu sou o comandante de minha alma

Agradeço a todos os deuses que possam existir por meu espírito invencível
Eu sou o dono do meu destino
Eu sou o capitão da minha alma
Invictus é o nome do filme que aconselho ver. Há bem pouco tempo estive em Robben Island e este tema diz-me bastante porque sou um admirador confesso de Mandela, referência para todos os que acreditam na paz e na solidariedade. O facto da história real, entre Mandela e Pienaar, capitão da selecção sul-africana, se relacionar com o mundial de râguebi de 1995, disputado na África do Sul, torna o filme ainda mais actual. Não sei se do ponto de vista cinematográfico será um grande filme, mas eu gostei e é o que me interessa. Depois ainda porque as interpretações de Morgan Freeman e Matt Damon são excelentes e a direcção de Clint Eastwood, como sempre, é impecável. Finalmente, para quem já viveu finais por dentro, como é o meu caso, o espírito do filme retrata fielmente os sentimentos e a angústia do momento.


