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sexta-feira, novembro 04, 2011

Na Tailândia


Zezinando é o último da direita, em baixo, com o nº 15. Foto da Selecção Nacional Sub/20, em 2007, no Mundial do Canadá

Ele há cada notícia de nos deixar banzados! Chama-se Zezinando, antigo jogador do Sporting, campeão de juniores com João Moutinho e antigo internacional de Portugal por 25 vezes nas camadas jovens, encontra-se num modesto clube da Tailândia, tentando refazer a sua vida de futebolista. Zezinando, recorde-se, esteve no Mundial de Sub/20 do Canadá, em 2007. Há quatro anos! Teve como companheiros Fábio Coentrão e Rui Patrício, hoje titulares da Selecção Nacional. Hoje meio perdido pela Ásia, num lugar exótico, mais conhecido pelo turismo e pelas suas praias, Zezinando não desiste e persiste acreditando em algo melhor. A vida nem sempre fácil e linear dos jogadores de futebol que não estão no topo, numa reportagem do Maisfutebol.

«Sawasdee Ka». Dia após dia, de manhã, à tarde ou pela noite, Zezinando repete a menção a amigos e conhecidos. Alguns meses em Banguecoque, capital da Tailândia, não permitem grandes discursos. «Sawasdee Ka» é o que sai da boca do jogador português. «É um cumprimento que se usa para tudo. Seja bom dia ou boa noite. É das poucas coisas que sei dizer em tailandês», admite. Assim seja. «Sawasdee Ka» Zezinando.
Formado no Sporting e internacional pelas camadas jovens portuguesas, Zezinando vive a primeira experiência no estrangeiro nesta época que agora decorre. Depois de ter sido campeão de juniores com Paulo Bento e de ter partilhado o quartel-general leonino com Nani, João Moutinho ou Yannick, o médio nascido na Guiné-Bissau passou ao lado dos luxos dos companheiros. Seis anos depois do tal título de juniores, está na Tailândia. O clube é o Samut Songkhram. Fica nos arredores da capital e luta para não descer. O Maisfutebol foi conhecer os contornos desta aventura.
«Um amigo de Londres apresentou-me o projecto, mas no início não quis. Não me pareceu tentador ir para a Ásia. Depois os meus pais convenceram-me. Talvez não fosse má ideia arriscar», conta, em início de conversa.
E arriscou. Para já, sem arrependimentos. «Considero-me uma pessoa que gosta de aventuras e de conhecer sítios novos. Por isso não foi um choque vir para cá. Pesquisei na internet para que não houvesse um choque abismal e já sabia, mais ou menos, o que ia encontrar. O início é sempre difícil, mas habituei-me rapidamente», explica.
A equipa não é um sonho. Mares de craques ficam para outras paragens. O futebol na Tailândia está em construção. Zezinando sabe isso e aprecia: «As pessoas parecem-me empenhadas para que o campeonato cresça e isso é bom para o país, porque hoje em dia, o futebol é mais do que chutar uma bola.»
O Samut Songkhram é uma equipa em construção. «Entraram muitos jogadores e foi difícil o entrosamento», explica. Faltam sete jornadas para acabar a Liga e há apenas quatro pontos para a «linha de água». Todo o cuidado é pouco, portanto.
Maioria tailandesa e apenas três estrangeiros. «Tenho um companheiro brasileiro. Dou-me melhor com ele, mas falo com todos», assegura. Ou melhor, tenta. «A linguagem é um grande obstáculo porque metade da equipa não fala inglês. É preciso andar sempre com o intérprete, mas às vezes é complicado e por isso tentámos dizer muito pouco», confessa, em resumo.

quarta-feira, novembro 02, 2011

Os melhores do mundo

A FIFA divulgou a lista de jogadores candidatos a melhor jogador e melhor treinador do mundo. Nessas listas surgem Cristiano Ronaldo, habitual candidato, e Nani, que pela primeira vez surge a este nível, pelos jogadores, e José Mourinho e André Villas-Boas, pelos treinadores. Não comento a escolha de alguns nomes como por exemplo, Benzema e Arsène Wenger, que me parecem de todo desaquadas, mas saliento  a escolha dos quatro portugueses que é um sinal evidente de prestígio para o nosso futebol. Se pudesse votava nos quatro. Carlos Queiroz, no entanto, já anunciou que não irá votar em Cristiano Ronaldo e sim em Messi. Tem legitimidade para isso dado que a escolha é livre e como será pública mais tarde  vale mais anunciar desde já o seu voto, parecendo-me no entanto que há ali um pouquinho de revanchismo, particularmente conhecendo-se os actos em que se envolveram publicamente na África do Sul. Será mesmo? Não estou a ver nenhum argentino, brasileiro, ou qualquer outro elemento de outra nacionalidade a tomar uma posição destas sobre um jogador dos seus países, mas de qualquer forma a liberdade e a isenção estão acima de tudo. Se for mesmo só isso não será discutível.

quarta-feira, agosto 31, 2011

Internacionalizações

Para quem observa este fenómeno das selecções nacionais de uma forma um pouco distante não se dá conta da evolução que se deu neste âmbito nos últimos anos. No passado, quando um jogador passava dos cinquenta jogos, dava direito a figurar numa galeria de notáveis. Hoje e ao ver o mapa para este jogo com o Chipre pode verificar-se que há cinco jogadores com mais de cem internacionalizações em todos os escalões e mais dez cujo número passam as cinquenta. A nível só da Selecção AA, dois jogadores já chegaram às 75. Cristiano Ronaldo com 82 caminha  a passos largos para daqui a dois/três anos poder atingir o número recorde de Luís Figo e Ricardo Carvalho fez a sua 75ª internacionalização no jogo com o Luxemburgo. Prestes a atingir em breve as cinquenta encontram-se Bruno Alves, Raul Meireles, Helder Postiga e Nani. Números impressionantes que revelam a intensa actividade das selecções nacionais nestes últimos anos, processo que começou essencialmente nos anos noventa e que tem tido continuidade crescente neste novo século.

segunda-feira, maio 30, 2011

Ganhar, Perder, Ganhar




Mesmo tendo perdido a final da Champions League o Manchester United comemorou a vitória na liga inglesa com todo aparato que esse feito merece. Nani aparece em primeiro lugar na foto. Mais um título para Ferguson.


terça-feira, maio 10, 2011

O "velho" Ferguson




Aqui há uns anos atrás na tentativa de se querer mostrar que os êxitos do Manchester United, tinham quase exclusividade no trabalho de Carlos Queiroz, alguma imprensa portuguesa, embora residual e conhecida..., insistia no papel menor que Alex Ferguson desempenhava na condução da sua própria equipa. Estou convicto que Queiroz era alheio a esse constante movimento que desvalorizava o poder, intuição, inteligência e trabalho do treinador escocês. Pensar-se-ia, seguindo aquela lógica de raciocínio e informação, que após a saída de Carlos Queiroz, o Manchester viria por aí abaixo sem que o "velho" Ferguson fosse capaz de inverter a situação. Contudo, sem grandes alaridos, o Manchester, de Nani, apurou-se para a final da Champions e tem o título inglês ali ao virar da esquina após a vitória  de domingo sobre o Chelsea dos milhões. Afinal, como todos  sabíamos, Ferguson tem ali o seu dedo, e que dedo, e a equipa, mesmo com alguns jovens em progressão, pode mesmo ganhar o que de mais importante acontece no nosso continente. Essa coisa da idade avançada pouco conta, o que é verdadeiramente importante é a competência, e essa, Ferguson, tem de sobra.

segunda-feira, março 07, 2011

Exemplo


Tenho admiração pela forma como os árbitros ingleses dirigem os jogos da sua principal liga de futebol. Decorriam 44 minutos do Liverpool/Manchester United, e após dois golos de Kuyt, começou uma série de entradas bastante duras de algums jogadores, numa das quais Nani saiu lesionado. Na úlltima, numa série de picardias entre Rafael e vários jogadores do Liverpool, os jogadores de ambas as equipas envolveram-se em confrontos. O árbitro, Phil Dowd, sózinho, afastou-se e cruzou os braços esperando que tudo acalmasse por si o que veio a acontecer rapidamente, tendo após esse momento quente chamado os dois jogadores que considerou intervenientes e culpados da situação. Depois de algumas palavras, concerteza duras, mostrou-lhes simplesmente o cartão amarelo e tudo voltou à normalidade. Simples, tranquilo e ao mesmo tempo mostrando uma autoridade forte. Podem não ser os melhores árbitros do mundo, mas são claramente os melhor preparados para as questões disciplinares e para as relações com os jogadores.

sábado, dezembro 25, 2010

Wenger e Nani

Arsène Wenger ficou melindrado com as palavras de Nani sobre o futuro vencedor da Premier League. O jogador português disse que o vencedor seria ou o Manchester ou o Chelsea, o que é somente uma opinião, normal, de quem já tem alguma história e conhece as potencialidade de cada clube. Wenger, que apesar de ser um excelente treinador, e que promove como ninguém jovens jogadores, respondeu que Nani deveria ser 1.600 vezes mais inteligente que ele. Resposta um pouco absurda perante uma afirmação, que vale o que vale, e não mereceria sequer alguma abordagem. Mas enfim, como bom francês, ficou ofendido, por hver alguém que não o referenciasse, e se calhar por ser um portuguesito. Mais valia estar calado. Treinador responder a jogadores sem humor e com azia está fora de contexto.

quinta-feira, outubro 07, 2010

Dinamarca


A Dinamarca é um adversário difícil como o comprovam os últimos jogos que realizou com Portugal. Em 2006, perdemos por 4/2, em Brondby, no dia que Nani se estreou. Em 2008, em Alvalade, nova derrota, por 3/2 e finalmente em 2009, em Copenhaga, um empate a 1/1, num jogo em que fomos claramente prejudicados pela arbitragem. De qualquer forma a Dinamarca é uma equipa muito bem organizada, com um treinador experiente e com jogadores de qualidade. Ontem fez o seu treino de adaptação ao Dragão e hoje terão novo treino no Pedroso. O público terá de ter uma presença forte e apoio constante à equipa. Esse é o maior e único pedido que se pode fazer neste momento. Estou convicto que os adeptos da cidade do Porto e do norte do país vão corresponder, como aliás sempre o fizeram.

segunda-feira, junho 14, 2010

Nani

Nani quer colocar um ponto final nas especulações, dúvidas e suspeitas “totalmente infundadas” em redor da lesão que o afastou do Mundial da África do Sul. É por este motivo que decidiu esclarecer a razão do seu desabafo, no momento em que regressava a Portugal. “Não me expliquei bem quando disse que estaria bom numa semana, após me perguntarem quanto tempo levaria a minha recuperação, e por isso lamento o embaraço que, inconscientemente, acabei por provocar”, começou por explicar à Gestifute Media. “Com o aglomerado de jornalistas e com o cansaço inerente à viagem que tinha acabado de fazer dei respostas sempre muito curtas e nessa em particular devia, realmente, ter-me explicado melhor: penso que estarei bom numa semana mas para fazer a minha vida normal do dia-a-dia, não para competir”, acrescentou.
O jogador português está preocupado com as interpretações dúbias que foram dadas e explica que este seu desabafo pode ser explicado “com o tremendo desejo de jogar e de ajudar a equipa”, como é o seu caso. “Quando um jogador se sente minimamente melhor, seja de que lesão for, acha sempre que já está bom, mesmo não estando, porque a ansiedade de recuperar depressa e de voltar a jogar é muita”, concretiza. “É o meu caso. A lesão está lá, na clavícula, por isso tive de deixar a selecção, mas como me sinto melhor, na minha cabeça acho que já não se passa nada”. A verdade é que o problema na clavícula não o impede de fazer a sua vida normal, mas impede-o, sim, de competir. “E isso é o que mais dói”, concluiu, desejando que todos coloquem um ponto final em todas as especulações em redor de um assunto que “está definitivamente encerrado”, tanto mais quanto, alerta, “todas as atenções devem agora estar totalmente concentradas em redor da selecção, do jogo com a Costa do Marfim e com a vitória” que está convencido vai ser alcançada por Portugal.
Este é o texto da declaração de Nani ao sítio da Gestifute esclarecendo as suas palavras à chegada a Lisboa. Espera-se e deseja-se que sirvam para terminar este assunto e as polémicas que se desenvolveram à sua volta. Nani é um jogador muito popular dentro da Selecção Nacional e a sua falta é sentida por todos nós. Esta é de facto a face mais triste da vida de um profissional de futebol, querer e não poder competir. Outras competições chegarão para provar a sua qualidade.

Boatos

A partida de Nani foi rodeada de boatos que atribuíam a sua dispensa a factos, inventados, sobre eventuais recusas a controlos anti-doping ou a discussões com o Seleccionador Nacional. As informações que a FPF divulgou sobre o assunto eram somente questões menores. A intervenção do Seleccionador Nacional sobre a dispensa do jogador não teve qualquer valor e foi colocada à margem. Havia que investigar e fizeram-no. Só a lesão do jogador não chegava. Era necessário ir mais longe e encontrar um oceano de nada. Recebi um recorte vindo de um jornal alemão com essas notícias infundadas que sairam de Portugal o que permite avaliar a extensão do boato. Para relembrar informo o seguinte para quem tem interesse sério sobre este tema:
1. Após a lesão, a Federação a que pertence o jogador, tem de solicitar a sua substituição ao Comité Médico da FIFA, juntando um relatório médico e os exames complementares radiológicos.
2. O Comité Médico da FIFA confirma a gravidade da lesão face aos exames médicos apresentados.
3. A FIFA solicita à respectiva Federação o envio do nome e dados pessoais do jogador que substituirá o atleta lesionado.
4. A FIFA confirma os dados do novo atleta e envia um grupo de pessoas - fotógrafo, operador de vídeo e membro do LOC - para fazer a acreditação do novo atleta.
Só no sábado teve lugar a acreditação do jogador Ruben Amorim.
Finalmente, ainda bem que vem aí o futebol.

sábado, junho 12, 2010

Ruben Amorim


Aqui há umas semanas coloquei uma entrada sobre Ruben Amorim elogiando as suas palavras sobre a sua não convocação para o mundial. Disse até que se calhar a sua chegada à Selecção Nacional estava para breve. Infelizmente para Nani, acabei por antecipar um assunto que previa acontecesse em Setembro na qualificação para o Euro 2012. Mas Ruben, pela época de afirmação que teve, acabou por ser o escolhido por Carlos Queiroz. Uma opção de futuro que se tornou presente.


quarta-feira, junho 09, 2010

Nani

Foto: Francisco Paraíso

Talvez fosse o jogador que aguardasse mais ansiosamente pelo início do campeonato do mundo. Talvez fosse o jogador que se encontrasse em melhor momento. Por tudo isso não mereceria que o azar lhe batesse à porta. Tenho pena, temos todos muita pena que Nani não vá estar nestes grandes palcos da África do Sul, não só pela sua qualidade como atleta, mas também pela sua permanente e contagiante boa disposição. Esta é a vida de um futebolista e estes problemas acontecem com uma regularidade que é sempre de lamentar. Nani porém é jovem e não lhe vão faltar oportunidades para voltar a estas competições. Seguir em frente e levantar a cabeça.

quarta-feira, abril 07, 2010

Champions


Dois dias, grande futebol, poucas palavras, muitos golos, grandes jogadores, momentos de glória, instantes de fraqueza. Messi, Nani, Robben, e muitos outros, coesão germânica, beleza catalã, elegância francesa, inteligência italiana. No meio, alguns portugueses, infelizmente poucos, e na próxima só no banco. Espera-se continuação amanhã e no fim-de-semana. Falando hoje com Butragueño, dizia-me este: "Andamos loucos com o jogo de sábado". Isto é o verdadeiro futebol pelo qual devemos lutar. O resto, o futebol da burocracia e das palavras, o futebol não jogado, é quase todo ele mediocridade.

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

Massamá

"A exibição de Nani no estádio do Arsenal sugere que o rapaz tímido que cresceu num dos piores bairros de Lisboa - um subúrbio de muito má fama chamado Massamá, habitado pelas comunidades de imigrantes mais pobres - está libertar-se da sombra de Ronaldo e a tornar-se no novo foco das atenções"
Sam Wallace mo "The Independent"
In "O Jogo"

Não está em causa o valor do Nani e o facto de estar a sair da "sombra" de Ronaldo, o que talvez seja verdade, agora dizer que Massamá é um lugar de muito má fama, é uma idiotice própria de um inglês snob, arrogante e ignorante. Tenho amigos e colegas, alguns que trabalham com as Selecções Nacionais, que vivem em Massamá, que neste momento devem estar furiosos com estas palavras. Até eu estou. Lamentável.

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

É português

E marca golos como ninguém na Turquia! Outros jogadores nacionais vão também ganhando estatuto nas suas equipas, como é o caso de Nani, Tiago, o que nos leva a crer que estão gerindo a sua época de maneira a poderem estar no mundial em boa forma. Boas notícias para a Selecção Nacional.

sexta-feira, novembro 13, 2009

Deco e Nani


Deco desvaloriza a polémica entrevista de Nani ao jornal «i», na qual o extremo se queixava do estatuto de suplente que lhe tem sido atribuído na Selecção. O luso-brasileiro atribui tais declarações à juventude do colega.

«É jovem. É natural que queira jogar. Por vezes os jogadores não sabem responder da forma correcta, nas entrevistas. Nós até brincámos com isso. É um jogador muito querido no grupo e não fez com maldade», disse Deco.

Saber estar, saber pensar, saber dizer. Na hora certa. Deco

sexta-feira, outubro 16, 2009

A nova geração


Bastante jovens os actuais jogadores internacionais atingem com facilidade um grande número de internacionalizações. É o caso de Nani que na 4ª feira recebeu a sua placa de bronze comemorativa da 25ª internacionalização. No passado, grandes jogadores, dada a falta de estratégia desportiva da FPF desses tempos, raramente atingiam estes números no final da sua carreira.

quarta-feira, agosto 12, 2009

Paixão

"Estou aqui por paixão"
Palavras de Nani no dia da sua chegada ao estágio. Foi com palavras e sentimentos destes que a Selecção Nacional foi construída nos últimos quinze anos. Qualidade de jogadores sempre houve em Portugal, o que faltava e se conseguiu, foi sobretudo unidade e vontade para alcançar objectivos que antes pareciam inacessíveis. Nani tomou a dianteira desta nova geração. Outros, essencialmente os mais novos, que atinjam o alcance destas simples palavras.

domingo, maio 17, 2009

Alex Ferguson




Alex Ferguson: «Foram os 90 minutos mais longos da história»



Apesar dos muitos anos de futebol dentro dos seus 67 anos de vida, Alex Ferguson sofreu durante o 0-0 com o Arsenal, que deu o 18.º título ao Manchester. O entusiasmo levou Ferguson a dizer que a sua equipa é tão boa que «até podiam ter alinhado duas», deixando de lado qualquer ideia de reforma.

«O nosso guarda-redes, van der Sar, fez uma única defesa, a cinco minutos do fim. Isso prova como ter prudência foi importante. E foram os 90 minutos mais longos da história», declarou no final da partida e das celebrações, antes de começar a pensar na final da Liga dos Campeões, dia 27, em Roma.Quanto ao número de títulos, o próximo passo é passar o Liverpool. «Vai ser engraçado quando nos encontrarmos, porque há 23 anos o Liverpool era a melhor equipa de Inglaterra. Mas eu nunca esperei ganhar 11 títulos... Quero a minha equipa continue a progredir, podemos fazê-lo, o grupo é jovem. Hoje, podia ter feito alinhar duas equipas de igual qualidade», referiu. No meio da festa, Ferguson nem quer ouvir falar em reforma: «Não está no meu horizonte, não penso nisso. Vou continuar a treinar até que a minha saúde o permita.»




Este homem é uma imagem fantástica para todos os que adoram futebol. Expressa em todos os seus actos, enorme competência, dedicação, motivação, entusiasmo permanente, realismo, confiança, mas acima de tudo uma enorme compreensão do balneário e dos jogadores. Tudo isto com 67 anos de idade. Parabéns a Ferguson, a Cristiano Ronaldo e a Nani.