Chama-se Amaury Bischoff e pelo nome não se perceberia que é português. Como tantos outros jogadores, tem tido uma carreira irregular, embora tenha estado vários anos no Arsenal como aposta de Arsène Wenger. Na Académica, onde se encontra, esteve para ser dispensado antes da chegada de José Guilherme que lhe deu uma oportunidade, agarrada, contra o Benfica. Amaury que também é Armindo de nome, tem qualidades como jogador tendo chegado sem surpresa às selecções nacionais e só por lesão não esteve no Mundial Sub/20, no Canadá, em 2007. Talvez aproveite esta actual situação o que seria bem importante para o futebol português.
Numa tarde de Maio de 1991, 18 jovens, cada um com uma placa na mão, com uma letra impressa, apresentaram-se no relvado do Estádio Nacional, no intervalo da Final da Taça de Portugal. Juntas as 18 letras, formou-se esta frase. Luís Figo, Rui Costa, João V.Pinto, Jorge Costa, Rui Bento, Brassard, Peixe, entre outros, eram os jogadores que formavam esse grupo. Semanas depois, em Lisboa, mas no Estádio da Luz, perante 127.000 espectadores, tornaram-se Campeões do Mundo Sub/20.
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sexta-feira, janeiro 21, 2011
quinta-feira, julho 02, 2009
Jogadores Portugueses
Após Arsenal, Bischoff quer subir «mais alto»
O internacional português Amaury Bischoff explica que não renovou contrato com o Arsenal porque o treinador Arsene Wenger não lhe garantiu «minutos de jogo» na próxima época. O jogador garante que existem clubes interessados na sua contratação e espera mostrar o seu valor para ser aposta de Queiroz na Selecção.
«Chegámos a um compromisso. Wenger ajudou-me na minha recuperação, motivou-me, mas não me garantiu minutos de jogo na próxima temporada. Então decidimos que seria melhor não prolongar o meu vínculo», diz o jogador em declarações ao L’Equipe, mostrando-se satisfeito com os resultados da época transacta: «Permitiu-me chegar à Selecção de Esperanças e ser pré-seleccionado para a Selecção principal. Falei com Carlos Queiroz e ele tem muita confiança em mim.»
Agora, o internacional português quer voltar a jogar «para subir mais alto». «Sei que existem sete ou oito clubes interessados em França e no estrangeiro. Alguns dirigentes já mostraram-se o seu interesse», assegura o jogador ao jornal francês, que coloca Benfica, Everton, Paris-Saint Germain e Le Mans como potenciais interessados no médio.
«Chegámos a um compromisso. Wenger ajudou-me na minha recuperação, motivou-me, mas não me garantiu minutos de jogo na próxima temporada. Então decidimos que seria melhor não prolongar o meu vínculo», diz o jogador em declarações ao L’Equipe, mostrando-se satisfeito com os resultados da época transacta: «Permitiu-me chegar à Selecção de Esperanças e ser pré-seleccionado para a Selecção principal. Falei com Carlos Queiroz e ele tem muita confiança em mim.»
Agora, o internacional português quer voltar a jogar «para subir mais alto». «Sei que existem sete ou oito clubes interessados em França e no estrangeiro. Alguns dirigentes já mostraram-se o seu interesse», assegura o jogador ao jornal francês, que coloca Benfica, Everton, Paris-Saint Germain e Le Mans como potenciais interessados no médio.
20:56 - 01-07-2009
In: www.abola.pt
Não está fácil a vida para os nossos jogadores neste início de época. Nem para eles, nem para o Seleccionador Nacional. As incertezas e indefinições de novos contratos afectam um grande número de atletas. E os jogos decisivos estão aí ao virar da esquina!
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