É notória a dificuldade que desde sempre Michel Platini, Presidente da UEFA, tem sempre que se refere a Portugal e aos clubes portugueses. Por vezes tem sido inoportuno na forma como analisa a globalidade do do futebol português. Até se admite que muitas vezes tenha razão no que diz mas existe sempre uma palavrinha negativa a mais para os portugueses. Em entrevista ao jornal "O Jogo", o jornalista, oportuno, salientou-lhe isso e ele que respondeu que as palavras que dirigiu ao FC Porto, também o fez em relação ao Inter de Milão e outros, a propósito dos estrangeiros nas suas equipas. Não me lembro, mas dou-lhe o benefício da dúvida. O que verdadeiramente não gostei da entrevista foi quando respondeu nada poder fazer quanto ao número de não nacionais nas equipas de futebol de clubes. Platini, enquanto Presidente da UEFA, tem assento no International Board, instituição que determina as alterações nas leis do jogo e propõe aquelas que julgam ser úteis para o desenvolvimento da modalidade, ou simplesmente nada faz quando se mete pelos olhos de todos que algo deveria ser feito. Compreende-se a sua reserva pública sobre o assunto mas não se pode acusar continuamente os clubes e os seus dirigentes, quando aparentemente nada se faz para modificar a situação.
Numa tarde de Maio de 1991, 18 jovens, cada um com uma placa na mão, com uma letra impressa, apresentaram-se no relvado do Estádio Nacional, no intervalo da Final da Taça de Portugal. Juntas as 18 letras, formou-se esta frase. Luís Figo, Rui Costa, João V.Pinto, Jorge Costa, Rui Bento, Brassard, Peixe, entre outros, eram os jogadores que formavam esse grupo. Semanas depois, em Lisboa, mas no Estádio da Luz, perante 127.000 espectadores, tornaram-se Campeões do Mundo Sub/20.
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sábado, agosto 27, 2011
domingo, março 06, 2011
Adiar, sempre
O International Board da FIFA aprovou este sábado, numa reunião no País de Gales, a utilização de equipas de cinco árbitros no Europeu de 2012 na Polónia e na Ucrânia.
O modelo, apoiado pela UEFA, já é usado na Liga Europa, mas é a primeira vez que vai ser usado numa grande competição.
Na mesma reunião, o Board decidiu adiar uma decisão sobre o uso de tecnologia na linha de baliza. A FIFA explica que o organismo defende a continuação de experiências para escolher uma método satisfatório.
O modelo, apoiado pela UEFA, já é usado na Liga Europa, mas é a primeira vez que vai ser usado numa grande competição.
Na mesma reunião, o Board decidiu adiar uma decisão sobre o uso de tecnologia na linha de baliza. A FIFA explica que o organismo defende a continuação de experiências para escolher uma método satisfatório.
In: www.abola.pt
sábado, fevereiro 19, 2011
Tecnologias
Quando se fala de tecnologias aplicadas ao futebol associam-se imediatamente os meios vídeos auxiliares dos árbitros. No entanto há um conjunto grande de outras inovações tecnológicas ligadas à modalidade que por vezes passa ao lado do grande público. Na área médica, em aparelhos utilizados na gestão do esforço físico dos atletas, nos meios de apoio ao treino, na qualidade dos próprios equipamentos desportivos, particularmente nas botas, nas próprias bolas e em mais algumas áreas. Este exemplo que o jornal "O Jogo" ontem divulgou, de confecção das caneleiras, teve o seu primeiro teste na selecção nacional em 2008, antes do Euro, e tive oportunidade de verificar a verdadeira evolução na sua confecção. Tudo simples, e em minutos, o atleta fica com a sua canela "digitalizada" nascendo a partir daí uma caneleira personalizada a cada jogador e a cada uma das suas pernas. Felizmente que o International Board e a FIFA não tiveram que se pronunciar sobre o assunto porque então estas novas caneleiras não seriam de certeza aprovadas.
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