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terça-feira, março 08, 2011

Giggs


Um dos mais talentosos jogadores das ilhas britânicas, Ryan Giggs, nunca teve a oportunidade de estar presente  numa grande competição internacional de selecções, quer em europeus ou em mundiais. Apesar de uma fantástica carreira no seu clube, o Manchester United, o extremo não teve oportunidade de jogar nas fases finais dessa provas dado que a sua selecção, o País de Gales, nunca teve qualidade suficiente para se qualificar. No passado domingo, no jogo com o Liverpool, Giggs, ultrapassou o recorde de jogos de Bobby Charlton, no Manchester, mas a sua enorme carreira ficará sempre marcada pela ausência nas provas de selecções. Fica a sua carreira e também todos nós privados de ver a sua classe junto dos grandes jogadores mundiais. Fica-nos a liga inglesa e as competições de clubes para que o possamos observar e verificar a sua tremenda classe. Mas não é a mesma coisa.



terça-feira, fevereiro 01, 2011

Giggs

Ryan Giggs deve esconder em sua casa frascos de um elixir secreto da juventude. O galês segue desafiando o caminho natural da carreira de um jogador de futebol ao melhorar seu preparo físico se o comparamos com a temporada passada.

Já eram louváveis as boas atuações de Giggs nas últimas campanhas do United, mas era evidente que o jogador já havia perdido algumas qualidades que o transformaram em um dos grandes jogadores da Europa nos anos 90 e início dos anos 2000. Sem a velocidade que o caracterizava, o galês já não podia dar as arrancadas espetaculares pelo lado esquerdo. Experiente, foi adaptado à faixa central do gramado e mostrava sua utilidade com passes precisos e uma visão de jogo perfeita.

Um artigo muito interessante de André Baibich.

Sobre esta questão, só em Portugal é que os jogadores veteranos são afastados e considerados quase como velhos e deficientes. Noutros países, com gente mais aconselhada e com outra visão, os jogadores veteranos de qualidade estão protegidos, porque são olhados como um capital de experiência, tranquilidade, e de transmissão dos valores dos seus clubes, sobretudo como inspiração para os mais novos que vão chegando e que necessitam de compreender toda a mística, tradição e cultura que envolve os grandes clubes. Alex Ferguson, nesse aspecto é um mestre, defende e suporta-se nos mais velhos para lançar outros, muito, mas muito mais jovens. Em Portugal despreza-se esse capital e essa mais-valia. Algo em que os clubes deveriam ponderar.