Um dos mais talentosos jogadores das ilhas britânicas, Ryan Giggs, nunca teve a oportunidade de estar presente numa grande competição internacional de selecções, quer em europeus ou em mundiais. Apesar de uma fantástica carreira no seu clube, o Manchester United, o extremo não teve oportunidade de jogar nas fases finais dessa provas dado que a sua selecção, o País de Gales, nunca teve qualidade suficiente para se qualificar. No passado domingo, no jogo com o Liverpool, Giggs, ultrapassou o recorde de jogos de Bobby Charlton, no Manchester, mas a sua enorme carreira ficará sempre marcada pela ausência nas provas de selecções. Fica a sua carreira e também todos nós privados de ver a sua classe junto dos grandes jogadores mundiais. Fica-nos a liga inglesa e as competições de clubes para que o possamos observar e verificar a sua tremenda classe. Mas não é a mesma coisa.
Numa tarde de Maio de 1991, 18 jovens, cada um com uma placa na mão, com uma letra impressa, apresentaram-se no relvado do Estádio Nacional, no intervalo da Final da Taça de Portugal. Juntas as 18 letras, formou-se esta frase. Luís Figo, Rui Costa, João V.Pinto, Jorge Costa, Rui Bento, Brassard, Peixe, entre outros, eram os jogadores que formavam esse grupo. Semanas depois, em Lisboa, mas no Estádio da Luz, perante 127.000 espectadores, tornaram-se Campeões do Mundo Sub/20.
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terça-feira, março 08, 2011
terça-feira, fevereiro 01, 2011
Giggs
Ryan Giggs deve esconder em sua casa frascos de um elixir secreto da juventude. O galês segue desafiando o caminho natural da carreira de um jogador de futebol ao melhorar seu preparo físico se o comparamos com a temporada passada.
Já eram louváveis as boas atuações de Giggs nas últimas campanhas do United, mas era evidente que o jogador já havia perdido algumas qualidades que o transformaram em um dos grandes jogadores da Europa nos anos 90 e início dos anos 2000. Sem a velocidade que o caracterizava, o galês já não podia dar as arrancadas espetaculares pelo lado esquerdo. Experiente, foi adaptado à faixa central do gramado e mostrava sua utilidade com passes precisos e uma visão de jogo perfeita.
Já eram louváveis as boas atuações de Giggs nas últimas campanhas do United, mas era evidente que o jogador já havia perdido algumas qualidades que o transformaram em um dos grandes jogadores da Europa nos anos 90 e início dos anos 2000. Sem a velocidade que o caracterizava, o galês já não podia dar as arrancadas espetaculares pelo lado esquerdo. Experiente, foi adaptado à faixa central do gramado e mostrava sua utilidade com passes precisos e uma visão de jogo perfeita.
Um artigo muito interessante de André Baibich.
Sobre esta questão, só em Portugal é que os jogadores veteranos são afastados e considerados quase como velhos e deficientes. Noutros países, com gente mais aconselhada e com outra visão, os jogadores veteranos de qualidade estão protegidos, porque são olhados como um capital de experiência, tranquilidade, e de transmissão dos valores dos seus clubes, sobretudo como inspiração para os mais novos que vão chegando e que necessitam de compreender toda a mística, tradição e cultura que envolve os grandes clubes. Alex Ferguson, nesse aspecto é um mestre, defende e suporta-se nos mais velhos para lançar outros, muito, mas muito mais jovens. Em Portugal despreza-se esse capital e essa mais-valia. Algo em que os clubes deveriam ponderar.
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