O Primeiro-Ministro trocou o seu bilhete de executiva por um de económica na viagem para Bruxelas dando início, aparentemente, a uma nova forma de encarar este tipo de questões e veremos se terá continuidade noutras áreas. Claro que muitos dirão que é oportunismo, populismo ou outros ismos. Pode ser isso tudo, mas é uma novidade. Ontem mesmo desloquei-me ao Porto com o Seleccionador Nacional, Paulo Bento, viajando naturalmente em económica, mas quando entrámos no avião a executiva estava completa com tripulantes da TAP que seguiam provavelmente para outros vôos. Privilégios de empresa (quase falida) pública. No regresso, de novo em económica, duas filas à nossa frente, viajava Belmiro de Azevedo, um dos homens mais ricos do país. Pode ser populismo e demagogia de Passos Coelho, até pode. Não é fundamental, não é. Não vai resolver nenhum problema do país, não vai, mas funciona como um sinal para a sociedade e talvez aqueles tripulantes da TAP se sintam ligeiramente embaraçados. Ah! Para que conste, não votei em nenhum dos partidos da coligação nem acredito nas ideologias das forças suas componentes.
Numa tarde de Maio de 1991, 18 jovens, cada um com uma placa na mão, com uma letra impressa, apresentaram-se no relvado do Estádio Nacional, no intervalo da Final da Taça de Portugal. Juntas as 18 letras, formou-se esta frase. Luís Figo, Rui Costa, João V.Pinto, Jorge Costa, Rui Bento, Brassard, Peixe, entre outros, eram os jogadores que formavam esse grupo. Semanas depois, em Lisboa, mas no Estádio da Luz, perante 127.000 espectadores, tornaram-se Campeões do Mundo Sub/20.
Mostrar mensagens com a etiqueta Passos Coelho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Passos Coelho. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, junho 23, 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)