Numa tarde de Maio de 1991, 18 jovens, cada um com uma placa na mão, com uma letra impressa, apresentaram-se no relvado do Estádio Nacional, no intervalo da Final da Taça de Portugal. Juntas as 18 letras, formou-se esta frase. Luís Figo, Rui Costa, João V.Pinto, Jorge Costa, Rui Bento, Brassard, Peixe, entre outros, eram os jogadores que formavam esse grupo. Semanas depois, em Lisboa, mas no Estádio da Luz, perante 127.000 espectadores, tornaram-se Campeões do Mundo Sub/20.
sábado, novembro 13, 2010
Mourinho da Banca
Comunicação ou Psicologia
sexta-feira, novembro 12, 2010
Iniesta
Andrés Iniesta ha entregado al RCD Espanyol la camiseta que mostró en homenaje al fallecido Daniel Jarque, tras marcar el gol de la victoria en la final del Mundial de Sudáfrica, y el club blanquiazul le ha correspondido con la insignia de oro y brillantes.
La camiseta formará parte del mural en memoria de Jarque en la puerta 21, el dorsal que lucía el central, del estadio Cornellá-El Prat. El acto ha contado con la presencia de los presidentes de ambos clubes, Daniel Sánchez-Llibre y Sandro Rossell, el entrenador del Espanyol, Mauricio Pochettino, familiares de Jarque y varios jugadores blanquiazules.
Iniesta se ha mostrado visiblemente emocionado: "Doy las gracias al Espanyol. Me da mucha pena separarme de esta camiseta, aunque creo que es el mejor lugar donde puede estar. Yo marqué el gol, pero Dani también será recordado". El manchego y Jarque mantenían una gran amistad pese a su rivalidad deportiva.
El presidente del RCD Espanyol, Daniel Sánchez Llibre, ha agradecido en repetidas ocasiones el detalle de Iniesta. "Es un 'crack'. Lo cierto es que es un gesto difícil de creer, pero es una realidad. Es un gran futbolista pero seguro que cuando deje el deporte será una persona muy querida por el españolismo y el fútbol".
Os grandes gestos não estão ao alcance de todos. Iniesta, além de extraordinário jogador, teve uma atitude excepcional de homenagem para com um colega de profissão, adversário directo de clube e de cidade, e que tinha falecido antes do mundial. Agora entregou ao clube a que pertencia Jarque, o Espanhol, a camisola com que homenageou o futebolista desaparecido. Atitudes de outra dimensão, num futebol também com outra expressão.
O braço-direito
Nilson e Ricardo

quinta-feira, novembro 11, 2010
Gota de água
Chico Buarque

Blanc mais blanc não há
quarta-feira, novembro 10, 2010
Râguebi ou Wrestling
Brasil/Argentina
Angola
terça-feira, novembro 09, 2010
Comunidade luso-brasileira
Actividades
Os culpados

segunda-feira, novembro 08, 2010
Regresso a casa

Selecção Feminina de Futsal

domingo, novembro 07, 2010
Apesar de tudo
O futebol perde
Os vermelhos
Liga de Espanha
Os optimistas consideravam que este ano oferecia boas possibilidades ao Valência, Villarreal, Sevilha e Atlético de Madrid. Se não conseguissem ser campeões, pelo menos podiam ameaçar os dois colossos do futebol espanhol. A última jornada funcionou como um banho de realidade: os gigantes voltam a estar sós. Villarreal, Atlético de Madrid, e Valência empataram e o Sevilha até perdeu, humilhado em Camp Nou. Encaixou cinco golos.
O campeonato está submetido a um processo de destruição. O Real Madrid e o Barcelona recebem mais dinheiro de direitos televisivos que qualquer outro clube no mundo. Cada um cobra 120 milhões de euros pelo seu contrato com a empresa Mediapro. O terceiro clube no ranking é o Valência, com 44 milhões de euros. Segue-se o At. Madrid, com 42 milhões. Equipas como o Sevilha ou o Atlético de Bilbau - dois clubes de tradição em Espanha - recebem sensivelmente 20 milhões. E assim será até 2015. Cada temporada que passa agudiza mais as diferenças, que já são abissais. A competição está destruída, a maioria dos clubes encontra-se na bancarrota e os adeptos cada vez encontram menos motivos para sonharem com as suas equipas. O seu destino está traçado: a mediocridade.
A diferença também é escandalosa no que diz respeito às grandes potências do futebol europeu. A Juventus, o Inter de Milão e o AC Milan recebem, aproximadamente, 88 milhões de euros pelo contrato televisivo em Itália, que factura quase 50% mais que o mercado televisivo espanhol. Na Premier League, o sistema de distribuição concede 66 milhões de euros ao Manchester United. Na época passada, o clube que menos dinheiro recebeu foi o Middlesbrough; 40 milhões de euros, quase o mesmo valor que o Valência e o Atlético de Madrid tiveram direito.
Se, por outro lado, a Premier League e a Bundesliga se preocupam em manter uma fórmula equitativa que protege todos os clubes, a Liga espanhola distingue-se pelos enormes privilégios de dois clubes e a brutal diferença que os separa dos restantes. Resultado? Uma competição ferida de morte. Com o actual sistema, que seguramente se repetirá a partir de 2015 - último ano do actual contrato -, o futebol espanhol está condenado à destruição. A Liga espanhola não é uma competição real. É um lamentável simulacro.
Na época passada, o Barcelona obteve 99 dos 114 pontos que disputou. O Real Madrid conseguiu 96 e fez 102 golos. Perdeu a Liga porque foi derrotado nos dois jogos com o Barcelona. No fim de contas, a Liga resume-se ao duelo - primeiro em Camp Nou e depois no Bernabéu - entre as duas equipas. O restante tem, apenas, um valor ornamental. É comovente o esforço de equipas como o Hércules, recém-promovido à primeira divisão. Frente ao Real Madrid adiantou-se com um golo madrugador de Trezeguet. O sacrifício para manter a vantagem foi algo de dramático. O Real Madrid reagiu e marcou três golos na segunda parte. Ninguém pensou, por um momento que fosse, numa possível surpresa. É uma Liga sem nuances, empobrecida por um capitalismo selvagem que não atende os interesses do futebol em geral, apenas aos interesses muito particulares de dois clubes que não têm a mínima solidariedade.
sábado, novembro 06, 2010
Selecção Feminina

Guarda-redes
Na opinião do antigo guarda-redes de Boavista e Sporting, a diferença está na autoconfiança. «Ao longo da carreira vi muitos jovens com qualidade, mas sem preparação mental», reitera, antes de dar um exemplo da importância de uma mentalidade forte: «O Kahn era um guarda-redes fantástico, mas valia pela sua autoconfiança. Era um guerreiro. Tecnicamente era fraco, estava até longe do nosso nível. Os portugueses precisam de acreditar mais em si próprios. Portugal tem uma história de excelentes guarda-redes, que estiveram entre os melhores do Mundo»"
Tiago
sexta-feira, novembro 05, 2010
Os monstros
Mau e bom carácter

quinta-feira, novembro 04, 2010
Maradona e os seis
Nelo Vingada

Os portugueses

quarta-feira, novembro 03, 2010
Parc Lescure

Scolari

E o que faltou para que isso acontecesse no Chelsea, seu trabalho que durou menos tempo?
Faltou a direção do clube entender que, naquele momento, eu precisava de mais suporte. A direção teve receio - e eu entendi na época e entendo até hoje - porque nós não tínhamos ganho nenhum clássico. Mas tínhamos ganho todos os outros jogos, que nos deixavam a dois ou três pontos da liderança. E ali havia situações com alguns jogadores importantes que geravam dúvidas sobre o ambiente. Isso porque eu havia tomado posições que outros técnicos não tomaram. Então, o ambiente não era de domínio total meu, porque eu sofria alguma resistência, principalmente de dois ou três jogadores que tentaram se impor de uma forma que não era correta. Só que a importância dada por mim a esses jogadores não havia sido dada antes. Quis que eles se recuperassem não apenas para o Chelsea, mas para o resto das suas carreiras. E os próprios jogadores não entenderam assim, porque queriam entrar em todos os jogos. Esse foi um dos problemas.
Os clubes europeus, quando contratam técnico sul-americano, têm dúvidas sobre como eles trabalham. Nós temos nosso estilo de treinamento, e claro que algumas adaptações são feitas, mas devem ser das duas partes: dos jogadores e do técnico. São culturas que vão se juntar. Então, eu cheguei com uma forma de trabalhar que não era identificada com o futebol inglês. Na América do Sul, nós trabalhamos muito com fundamentos. Quando temos a semana toda de treinos, por exemplo, fazemos coletivo entre titulares e reservas, e lá isso não é comum. Isso também ajudou a que eu não permanecesse. Mas eu continuei com meu trabalho e sei que alguns jogadores, com isso, evoluíram. Por exemplo, o Anelka, que nem era usado, não se tornou de um dia para outro o goleador do Chelsea. O Ashley Cole não usava o pé direito e depois fez até gol assim. O Kalou, que era um jogador só de velocidade e tinha dificuldade para o drible, aprendeu a driblar estaca. A estaca está fincada no chão? Ok, mas serviu para depois começar a driblar os adversários, coisa que hoje ele faz. O próprio Drogba, que tinha uma lesão grave no joelho, hoje está curado graças ao meu trabalho. Não só do departamento medico, mas o meu, porque não aceitei que ele jogasse com problemas e, por isso, tive até dificuldades de relacionamento. Mas, daqui a 20 ou 30 anos, quando dois ou três estiverem caminhando sem problemas, eles vão se lembrar de mim. E, se não se lembrarem, eu fico feliz mesmo assim, porque sei que essa é minha forma de agir. Eu tenho 62 anos e estou inteiro porque meus técnicos me preservaram. Nunca falei isso antes e não falo agora para justificar nada. Entendi que não ganhava os clássicos, que estávamos dois pontos atrás do líder e que havia alguns problemas de relacionamento. E pronto. Fiquei triste, porque queria permanecer e gostava. Acho o futebol inglês maravilhoso. Mas, tive que sair e saí.
Essa situação poderia ter sido diferente se não houvesse a barreira do idioma para superar?
Seria muito mais fácil para mim, porque usaria não apenas as palavras normais, mas outras que muitas vezes se usam num campo de futebol. São palavras um pouco mais fortes, e às vezes um jogador de futebol entende mais aquilo do que uma conversa de amigo. Seria diferente, sim. Você tem que procurar palavras, interrompe seu pensamento e muitas vezes não sai a coisa certa. Agora, se é em português, eu digo aquilo que tenho que dizer, ainda aumento um pouco mais e pronto.
Momentos
terça-feira, novembro 02, 2010
História




Sir Alex
segunda-feira, novembro 01, 2010
Quem tem razão?
"Mas na CBF não adianta nada. Eles nos tratam muito bem lá. Só que ele (Roman) é o rei da escala do Botafogo. Apitou uns três ou quatro jogos do Botafogo. Amarra daqui e segura dali... O Jobson bate a bola, xinga e não acontece nada. O Roman é profissional", ironizou Kalil.
A vitória do Botafogo por 2 a 0 sobre o Atlético-MG, neste sábado, em Sete Lagoas (MG), mudou o ânimo do técnico Joel Santana. Reconhecido pelas constantes reclamações contra a arbitragem, o treinador não economizou elogios até ao juiz do jogo, Evandro Rogério Roman.
“Foi uma arbitragem perfeita, com uma firmeza que há muito tempo eu não vejo. Esse árbitro está de parabéns”, elogiou Joel, surpreendendo os repórteres nos vestiários da Arena do Jacaré.









