Numa tarde de Maio de 1991, 18 jovens, cada um com uma placa na mão, com uma letra impressa, apresentaram-se no relvado do Estádio Nacional, no intervalo da Final da Taça de Portugal. Juntas as 18 letras, formou-se esta frase. Luís Figo, Rui Costa, João V.Pinto, Jorge Costa, Rui Bento, Brassard, Peixe, entre outros, eram os jogadores que formavam esse grupo. Semanas depois, em Lisboa, mas no Estádio da Luz, perante 127.000 espectadores, tornaram-se Campeões do Mundo Sub/20.
terça-feira, outubro 12, 2010
Treino
Frio
segunda-feira, outubro 11, 2010
Nacionalismo
Olival
Terra do gelo
domingo, outubro 10, 2010
Fantasma?
Islândia

Day after
sábado, outubro 09, 2010
Equipas B
Unidade
sexta-feira, outubro 08, 2010
História
Sub/20
O jogo
quinta-feira, outubro 07, 2010
José Garrido
Dinamarca

A Dinamarca é um adversário difícil como o comprovam os últimos jogos que realizou com Portugal. Em 2006, perdemos por 4/2, em Brondby, no dia que Nani se estreou. Em 2008, em Alvalade, nova derrota, por 3/2 e finalmente em 2009, em Copenhaga, um empate a 1/1, num jogo em que fomos claramente prejudicados pela arbitragem. De qualquer forma a Dinamarca é uma equipa muito bem organizada, com um treinador experiente e com jogadores de qualidade. Ontem fez o seu treino de adaptação ao Dragão e hoje terão novo treino no Pedroso. O público terá de ter uma presença forte e apoio constante à equipa. Esse é o maior e único pedido que se pode fazer neste momento. Estou convicto que os adeptos da cidade do Porto e do norte do país vão corresponder, como aliás sempre o fizeram.
Jogos à segunda-feira
quarta-feira, outubro 06, 2010
Justiça
Revista
Povo
terça-feira, outubro 05, 2010
José Mourinho
Sou português há 47 anos e treinador de futebol há dez. Sendo assim, sou mais português do que treinador. Posto isto, para que não restassem dúvidas, vamos ao que importa…
As Selecções Nacionais não são espaços de afirmação pessoal, mas sim de afirmação de um País e, por isso, devem ser um espaço de profunda emoção colectiva, de empatia, de união. Aqui, nas selecções, os jogadores não são apenas profissionais de futebol, os jogadores são além disso portugueses comuns que, por jogarem melhor que os portugueses empregados bancários, taxistas, políticos, professores, pescadores ou agricultores, foram escolhidos para lutarem por Portugal. E quando estes eleitos a quem Deus deu um talento se juntam para jogar por Portugal, devem faze-lo a pensar naquilo que são - não simplesmente profissionais de futebol (esses são os que jogam nos clubes), mas, além disso, portugueses comuns que vão fazer aquilo que outros não podem fazer, isto é, defender Portugal, a sua auto estima, a sua alegria.
Obviamente há coisas na sociedade portuguesa incomparavelmente muito mais importantes que o futebol, que uma vitória ou uma derrota, que uma qualificação ou não para um Europeu ou um Mundial. Mas os portugueses que vão jogar por Portugal - repito, não gosto de lhes chamar jogadores - têm de saber para onde vão, ao que vão, porque vão e o que se espera deles.
Por isso, quando a Federação Portuguesa de Futebol me contactou para ser treinador nacional, aquilo que senti em minha casa foi orgulho; do que me lembrei foi das centenas e centenas de pessoas que, no período de férias, me abordam para me dizerem quanto desejam que eu assuma este cargo. Isto levou-me, pela primeira vez na minha vida profissional, a decidir de uma forma emocional e não racional, abandonando, ainda que temporariamente, um projecto de carreira que me levou até onde me levou.
Desculpem a linguagem, mas a verdade é que pensei: Que se lixem as consequências negativas e as críticas se não ganhar; que se lixe o facto de não ter tempo para treinar e implementar o futebol que me tem levado ao sucesso; por Portugal, eu vou!
E é isto que eu quero dizer aos eleitos para jogar por Portugal: aí, não se passeia prestigio; aí, não se vai para levar ou retirar dividendos; aí, quem vai, vai para dar; aí, há que ir de alma e coração; aí, não há individualidades nem individualismos; aí, há portugueses que ou vencem ou perdem, mas de pé; aí, não há azias por jogar ou por ir para o banco; aí, só há espaço para se sentir orgulho e se ter atitude positiva.
Por um par de dias senti-me e pensei como treinador de Portugal. E gostei. Mas tenho que reconhecer que o Real Madrid é uma instituição gigante, que me «comprou» ao Inter, que me paga, e que não pode correr riscos perante os seus sócios e adeptos. Permitir que o seu treinador, ainda que por uns dias, saísse do seu habitat de trabalho e dividisse a sua concentração e as suas capacidades era impensável.
Creio, por conseguinte, que o feedback que saiu de Madrid e chegou à Federação levou a que se anulasse a reunião e não se formalizasse o pedido da minha colaboração.
Para tristeza minha e frustração do presidente Gilberto Madail.
Mas, sublinho, agora já a frio: foi e é uma decisão fácil de entender. Estou ao leme de uma nau gigantesca, que não se pode nem se deve abandonar por um minuto. O Real decidiu bem.
Fiquei com o travo amargo de não ter podido ajudar a Selecção, mas fico com a tranquilidade óbvia de quem percebe que tem nas suas mãos um dos trabalhos mais prestigiados no mundo do futebol.
Agora, Portugal tem um treinador e ele deve ser olhado por todos como «o nosso treinador» e «o melhor» até ao dia em que deixar de ser «o nosso treinador». Esta parece-me uma máxima exemplar: o meu é o melhor! Pois bem, se o nosso é Paulo Bento, Paulo Bento é o melhor.
Como português, do Paulo espero independência, capacidade de decisão, organização, modelagem das estruturas de apoio, mobilização forte, fonte de motivação e, naturalmente, coerência na construção de um modelo de equipa adaptada as características dos portugueses que estão à sua disposição. Sinceramente, acho que o Paulo tem condições para desenvolver tudo isso e para tal terá sempre o meu apoio. Se ele ganhar, eu, português, ganho; se ele perder, eu, português, perderei. Mas eu também quero ganhar.
No ultimo encontro de treinadores que disputam a Champions League, quando questionado sobre o poder dos treinadores nos clubes, ou a perda de poder dos treinadores face ao novo mundo do futebol, sir Alex Fergusson disse (e não havia ninguém com mais autoridade do que ele para o dizer!) que o poder e a liderança dos treinadores depende da personalidade dos mesmos, mas que depende muitíssimo das estruturas que os rodeiam. Clubes e dirigentes fragilizam ou solidificam treinadores.
Eu transponho estas sábias palavras para a selecção nacional: todos, mas todos, neste país devem fazer do treinador da selecção um homem forte e protegido. E quando digo todos, refiro-me a dirigentes associativos, federativos e de clubes, passando pelos jogadores convocados e pelos não convocados, continuando pelos que trabalham na comunicação social e terminando nos taxistas, políticos, pescadores, policias, metalúrgicos, etc. Todos temos de estar unidos e ganhar. E se perdermos, que seja de pé.
Mas, repito, há coisas incomparavelmente mais importantes neste país que o futebol. Incomparavelmente mais importantes… Infelizmente!
Aproveito esta oportunidade para desejar a todos os treinadores portugueses, aos que estão em Portugal e aos muitos que já trabalham em tantos países de diferentes continentes, uma época com poucas tristezas e muitas alegrias.
Ao Xico Silveira Ramos, manifesto-lhe a minha confiança no seu cargo de Presidente da ANTF.
Um abraço a todos.
José Mourinho
Nada mais há para dizer. Estas palavras são suficientes.
Transferências internacionais
UEFA
As duas primeiras jornadas foram pródigas em resultados surpreendentes e várias potências do futebol europeu vão ter de lutar muito para recuperar o terreno perdido. Portugal é uma das selecções em maiores dificuldades, depois do empate 4-4 na recepção ao Chipre e da derrota por 1-0 na deslocação à Noruega, no Grupo H.
O finalista do UEFA EURO 2004 recebe a Dinamarca no Porto, a 8 de Outubro, num jogo que marca a estreia de Paulo Bento como seleccionador, já que o antigo treinador do Sporting substituiu Carlos Queiroz no comando da equipa das quinas. Os portugueses vão ser testados por uma selecção dinamarquesa que bateu a Islândia no único jogo que disputou no apuramento e que tem a motivação suplementar de ter conseguido dois triunfos nos últimos três embates ante Portugal."
segunda-feira, outubro 04, 2010
O asfalto
Liverpool e Bayern

Comentadores
domingo, outubro 03, 2010
Mau tempo
Sub/20
"A estatística confirma: a Copa do Mundo Sub-20 da FIFA é o lugar perfeito para identificar os grandes astros do futuro. Entre os craques que mostraram nos gramados da competição júnior a habilidade que viria a encantar o mundo já estiveram Diego Maradona, Andrés Iniesta, Lionel Messi, Kaká e Michael Owen. Eles e muitos outros saíram do torneio rumo a grandes carreiras pelas suas seleções principais."
"Porém, nem sempre a Bola de Ouro foi para o jogador que viria a brilhar mais nos anos seguintes. A poucos meses do início da 18ª edição do Mundial Sub-20 na Colômbia, o FIFA.com relembra alguns dos nomes mais ilustres que usaram a competição como uma plataforma rumo ao estrelato."
"A edição de 1991 em Portugal assistiu à coroação da geração de ouro do país anfitrião, derrotando os esforços de promessas como o brasileiro Élber, o inglês Andy Cole e o uruguaio Paolo Montero. Entretanto, o jogador identificado como a grande figura da competição não foi Luís Figo nem Rui Costa ou João Pinto, mas o também luso Peixe, que, diferentemente dos companheiros que deixou para trás, acabou tendo uma carreira relativamente apagada."
Discordo


sábado, outubro 02, 2010
Também tu?
Convocatória
sexta-feira, outubro 01, 2010
Grand Prix Futsal
Domingo - 17.10 - 12H - PORTUGAL/GUATEMALA
2ª Feira - 18.10 - 14H - PORTUGAL/RÚSSIA
4ª Feira - 20.10 - 18H - PORTUGAL/IRÃO


















