Numa tarde de Maio de 1991, 18 jovens, cada um com uma placa na mão, com uma letra impressa, apresentaram-se no relvado do Estádio Nacional, no intervalo da Final da Taça de Portugal. Juntas as 18 letras, formou-se esta frase. Luís Figo, Rui Costa, João V.Pinto, Jorge Costa, Rui Bento, Brassard, Peixe, entre outros, eram os jogadores que formavam esse grupo. Semanas depois, em Lisboa, mas no Estádio da Luz, perante 127.000 espectadores, tornaram-se Campeões do Mundo Sub/20.
segunda-feira, julho 12, 2010
Butt
domingo, julho 11, 2010
Espanha
Gripe
Bicharada
3º/4º lugar
sábado, julho 10, 2010
Noruega

Lua?
Jorge Fagundes

sexta-feira, julho 09, 2010
Reflexões sobre o mundial
O estádio
Bancarrota
quinta-feira, julho 08, 2010
Abordagens diferentes
Outro mundo
Espanha
quarta-feira, julho 07, 2010
Euro 2012

Frustação colectiva
terça-feira, julho 06, 2010
Faz o que eu digo, não faças o que eu faço

Esse foi o sentimento de alguns jogadores da seleção com relação ao auxiliar técnico Jorginho. Braço direito de Dunga na seleção brasileira, ele pregou durante o Mundial que a equipe deveria ficar isolada dentro de um hotel em um condomínio sofisticado de Johannesburgo.
Ele também decidiu pelo fim das folgas para os jogadores durante a Copa-2010. Com Dunga, forjou no grupo que os parentes dos atletas deveriam ficar no Brasil para evitar que o time "perdesse o foco" no torneio.
Alegavam que os jogadores poderiam se desconcentrar do Mundial com os familiares na principal metrópole da África do Sul, cidade com índices de violência superior aos piores vistos no Brasil.
Apesar do discurso de reclusão, Jorginho fez o contrário. Desde o primeiro dia da Copa sul-africana, sua mulher e seus filhos estavam em Johannesburgo. O fato só foi descoberto mais tarde pelos jogadores, que se sentiram traídos pelo auxiliar técnico.
A partir daí, Jorginho foi perdendo o poder no grupo.
O ex-lateral direito, campeão mundial em 1994, também desagradou aos dirigentes. Ele era um dos líderes da ala religiosa da seleção. Jorginho aparelhou a delegação brasileira de evangélicos.
Ele foi o responsável pela contratação de Marcelo Cabo para ser "espião" de Dunga no Mundial. Desconhecido no futebol, Cabo dividia com Taffarel, escolhido por Dunga, a função de observar os rivais do time nacional.
Amigo de Jorginho de igreja, ele só trabalhou em clubes pequenos do futebol, como o Bonsucesso, o Bangu e o desconhecido Atlético de Tubarão (SC). O ponto alto da carreira dele foi ter sido auxiliar técnico de Marcelo Paquetá na seleção da Arábia Saudita, em 2002. No Oriente Médio, treinou times locais.
Jorginho influiu até na escolha dos seguranças da seleção. Um deles foi colocado no posto por ser evangélico.
O auxiliar técnico de Dunga comandava também na seleção as sessões de oração. Um pastor frequentava a concentração para rezar com os jogadores. Lúcio, Josué, Felipe Melo e Luisão eram os atletas mais participativos.
Frequentador da Igreja Congregacional da Barra da Tijuca, Jorginho participa dos cultos quando está no Rio e habitualmente confunde futebol com religião.
No início da carreira como treinador, tentou trocar a mascote do América carioca em 2005. O símbolo do clube é um diabo. Segundo Jorginho, a mascote era uma das responsáveis pela má fase do time --o último título estadual do América foi em 1960.
Ele queria substituir o diabo por uma fênix. A proposta, no entanto, acabou recusada por dirigentes e torcedores do clube.
Recomeço

segunda-feira, julho 05, 2010
Ajuda/Apoio

Sou um atleta de alta competição federado pela Federação Portuguesa de Ciclismo e englobo um projecto Paraolimpico acompanhado pela ANDDEMOT - Associação Nacional de Desporto para Deficientes Motores e a FPDD - Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência .
Com o objectivo de obter pontuação a nível internacional para poder participar em outros eventos desportivos de maior dimensão, tais como, Jogos Paraolimpicos 2012, pretendo participar nos próximos dias
Agradeço uma resposta o mais breve possível , pois só tenho até ao dia 16 deste mês para confirmar a minha participação á FPDD.
Telmo Pinão
Telm. 912441404
Grandes jogadores
www.fifa.com
http://www.canchalenna.com/Manuel Cardoso
domingo, julho 04, 2010
Tour de France - 1 -
Foto: Facebook Footon-Servetto-FujiEl velocista portugués se va al suelo en el peligroso prólogo de Rotterdam y sufre un fortísimo golpe en la cabeza, que pone en duda su continuidad en la carrera. Cancellara, primer líder
No ha podido comenzar de peor modo el FOOTON-SERVETTO-FUJI su primera participación el Tour de Francia. El equipo más joven de la 97ª edición de la Grande Boucle ha visto como uno de sus hombres más importantes, el velocista portugués Manuel Cardoso, sufría una dura caída en el transcurso del prólogo de 8,9 km que ha abierto la carrera en la localidad holandesa de Rotterdam. Cardoso se ha ido al suelo a falta de cuatro kilómetros para el final en una de las curvas más peligrosas de un recorrido altramente deslizante a causa de la pertinaz lluvia que ha caído durante toda la tarde. El galo ha sufrido un fuerte golpe en su clavícula y, sobre todo, una enorme brecha en su cabeza que ha hecho temer por el abandono inmediato del luso que, sin embargo, ha querido concluir la etapa antes de ser imediatamente evacuado a un hospital de Rotterdam para ser examinado de sus lesiones y dirimir su continuidad en la gran ronda francesa.
"No estaba arriesgando demasiado -comenta su director deportivo, Joxean Fernández Matxin-, pero creo que ha pensado que la curva no se cerraba tanto y la ha tomado prácticamente recto. El golpe ha sido brutal y la verdad es que nos hemos asustado mucho al ver cómo tenía la cabeza. Veremos si puede seguir porque él le ha echado mucho valor: sólo quería levantarse del suelo y, ya en la ambulancia, decía que iba a seguir como fuera".
Os deuses devem estar distraídos
sábado, julho 03, 2010
África do Sul
Quartos de Final
sexta-feira, julho 02, 2010
Recusa
Derrotas
No momento da vitória, estão lá todos, sempre. Para a foto, para a comissão, para o autógrafo, para o beijinho. Na hora da derrota, muitos fogem em silêncio e outros, que davam palmadas nas costas feitos amigalhaços, gritam “eu bem avisei”. Não sou desses, quer por (de)formação pessoal, quer pelo facto de ter no coração um clube que nos ensina mais a lidar com as derrotas, que com as vitórias: o Belenenses.
Se ter o privilégio de partilhar algumas ideias neste espaço tão bem gizado pelo Carlos Godinho já era uma honra, é com indisfarçável orgulho que o faço neste momento, em que o que é fácil é gritar “eu bem avisei”.
Há dois anos atrás, quando iniciámos esta longa caminhada rumo ao Mundial 2010, fui dos que tinham dúvidas sobre a anunciada “facilidade” do nosso grupo de qualificação. Disputar o primeiro lugar com a Suécia e Dinamarca e ainda apanhar a Hungria no grupo, traz uma certa dificuldade de prognóstico, pois a Suécia é normalmente um outsider como nós e a Dinamarca estando uns furos abaixo, é também uma selecção sempre complicada.
Acresce a isso que a nossa selecção vinha em perda de valores individuais desde 2004, apesar de nesse período terem surgido alguns jogadores importantes, mas na globalidade o nível geral decresceu ligeiramente. O início da qualificação trouxe-nos um sonho, e um pesadelo, tudo no mesmo jogo: a uma exibição inimaginável contra a Dinamarca, que podia ter resultado numa vitória por números obscenos (não fosse o nosso crónico problema de finalização) e que nos lançava para uma Fase de Qualificação afirmativa, olhando os adversários de cima para baixo, juntou-se uma derrota surreal, nos últimos minutos, em lances bizarros, que nos baralharam as contas da qualificação de forma veemente.
O alarme soou com o nosso empate na Albânia. Porém, ao contrário do que era por muitos afirmado, continuávamos na corrida. E um percurso imaculado daí em diante, com um play-off passado com distinção, colocaram-nos no Mundial. Aqui chegados, num grupo com Brasil, Costa do Marfim e Coreia do Norte, era nossa meta a passagem da Fase de Grupos.
Assim aconteceu, com a melhor defesa e melhor ataque do torneio. Calhou-nos em sorte, nos oitavos-de-final, a campeã europeia, Espanha, uma das melhores selecções da actualidade, com a particularidade de ter um tipo de futebol muito próprio e ao qual ainda ninguém conseguiu dar cabal resposta nos últimos anos. Olhámos o adversário nos olhos, e perdemos na única vez que a Espanha conseguiu penetrar na nossa defesa (o seu ponto forte).
Saímos do Mundial mais fortes do que entrámos. Às dúvidas que Eduardo lançava ainda há um mês, respondeu o transmontano que sai da prova como um guarda-redes de nível mundial, ambicionado pelas maiores equipas da Europa. Saímos com uma defesa quase intransponível, mundialmente reconhecida. Pecámos apenas na zona ofensiva, muito por culpa de falta de opções. Recorde-se que Silvestre Varela e Ruben Micael lesionaram-se a poucos meses do Mundial quando eram opções a começar a ter em conta. Nani, elemento em destaque nos últimos meses quer em Manchester, quer na Selecção, lesionou-se já no estágio. E Bosingwa, ao contrário do que possa parecer, faz uma falta tremenda no desbloqueio de situações ofensivas, nunca me preocupou a sua substituição cá atrás, o que faz falta é o “abre-latas” lá à frente.
Fomos eliminados pelo campeão europeu, que nos últimos 4 anos perdeu apenas 3 jogos (na qualificação para o Euro 2008). Somos uma equipa em crescendo e daqui a 2 anos há o Euro 2012, já sem alguns dos que estiveram presentes nos últimos anos, mas com outros que estão na calha e, esperemos, com mais sorte. Porque no fundo o futebol é um jogo. E, num jogo, a sorte é sempre meio caminho andado para o sucesso. Obrigado a todos por nos terem feito acreditar que era possível, pese embora as contrariedades que sempre se encontram em qualquer caminho.
Um texto de Luciano Rodrigues
Sem palavras

Não está em causa a dificuldade de análise do lance bem como a sua rapidez. Penso aliás que dada a posição do árbitro-assistente seria impossível sancionar este fora-de-jogo. Mas que ele existiu não me parece haver dúvidas. Outra questão é a do número de jogadores portugueses envolvidos nesta acção em tão curto espaço do campo. Contando com Eduardo que não está na foto, só faltará, parece-me, Ronaldo. Portanto, dez contra três, e mesmo assim deu golo. O futebol tem disto. Uma oportunidade, uma falha, um detalhe, um golo, uma vitória, uma eliminação.
Engolir sapos















