sábado, maio 16, 2009

sexta-feira, maio 15, 2009

Fernando Brassard


Bi-campeão do mundo sub/20, Técnico Nacional de Guarda-Redes da FPF, foi hoje vítima num acidente de automóvel, juntamente com a sua espôsa Isabel. Encontram-se internados mas, felizmente, sem riscos de maior, a não ser a inactividade profissional a que vão estar sujeitos durante mêses.

Ao Fernando e à Isabel rápida recuperação são os meus sinceros desejos.
Nota: Um mal nunca vem só, Danny, jogador do Zenith St.Petersburg e da Selecção Nacional , lesionou-se com gravidade num joelho, estando fora dos próximos jogos.

Lendas da Fotografia - Nuno Ferrari


"Nuno Ferrari nascido a 6 de Março de 1935, foi baptizado de Nuno José da Fonseca Ferreira. Adoptou o nome de Ferrari, um dos pioneiros da fotografia desportiva em Portugal". Assim consta na nota biográfica publicada pela Comissão Municipal de Toponímia da Câmara Municipal de Lisboa, quando da atribuição do seu nome a uma rua de Lisboa, na freguesia do Campo Grande, em Maio de 1997. Faleceu no dia 19 de Setembro de 1996 em serviço, no Estádio do Sport Lisboa e Benfica.
Nuno Ferrari iniciou a sua actividade profissional no jornal "A Bola" a 7 de Março de 1953. Presença certa em tantos momentos especiais do Desporto, quer nas competições europeias, quer em campeonatos do Mundo e da Europa. Foi o fotógrafo oficial da F.P.F. no Mundial de 1966. Captaria imagens inolvidáveis, a mais conhecida das quais terá sido porventura, a de Eusébio, em 1966, quando, a chorar, abandonava o estádio de Wembley, no dia da derrota com a selecção de Inglaterra, amparado curiosamente por Fernando Marques "O Formidável". Sócio fundador do CNID, foi distinguido diversas vezes, em Portugal e no estrangeiro: com a medalha de "Mérito Desportivo" em 1992, e, no ano seguinte, o Presidente da República, Mário Soares, atribuiu-lhe a "Ordem do Infante". Muitos referir-se-iam a Nuno Ferrari como "génio e poeta". Víctor Serpa confirmaria, afirmando "as suas obras resistirão ao tempo e farão parte da história maior do jornalismo e do desporto".

Emílio Peixe










Surpreendemente, ou talvez não, Emílio Peixe, considerado pela FIFA o melhor jogador do mundial sub/20, em 1991, tem feito um trabalho muito positivo como Técnico Nacional da FPF, nesta época como responsável directo da selecção Sub/16. Aproveitando a sua grande experiência como ex-jogador internacional, tem conseguido transmitir aos seus jovens jogadores uma postura e uma dinâmica muito aceitável numa equipa tão jovem. Confirma-se que vale a pena aproveitar aqueles que têm, como jogadores internacionais, uma vivência com esta realidade, tão diferente daquela existente a nível interno. O futuro está aí, nos jovens jogadores mas também nos jovens treinadores. Depois de Fernando Brassard e Pedro Espinha, temos Emílio Peixe, a provar que este caminho, de contratar antigos internacionais, se deve manter como uma aposta válida e a consolidar.





quinta-feira, maio 14, 2009

RFEF - Comité de Apelo

Apelación rechaza el recurso del Real Madrid y mantiene los diez partidos a Pepe

El jugador portugués se perderá esta temporada y los cuatro primeros encuentros de la próxima campaña.

El Comité de Apelación de la Real Federación Española de Fútbol no redujo la sanción de diez partidos de Pepe, quien tras sus agressiones a dos jugadores del Getafe, su expulsión y los insultos al colegiado, se perderá esta temporada y los cuatro primeros encuentros de la próxima campaña.
El Comité de Apelación decidió desestimar el recurso presentado por el Real Madrid, para rebajar la sanción de diez encuentros que cayó sobre el central portugués, tras los incidentes en el encuentro ante el Getafe del pasado 21 de abril.

De esta forma "desestima el recurso formulado por el Real Madrid, confirmando los acuerdos contenidos en los puntos 2 y 3 de la resolución del Comité de Competición recaída en fecha 24 de abril de 2009, en cuya virtud se imponen a Pepe dos sanciones de suspensión durante cuatro partidos cada una de ellas, ambas en aplicación del artículo 122.f) de los Estatutos federativos, con las multas accesorias correspondientes".
El recurso presentado por el Real Madrid se basaba en que Pepe no cometió dos agresiones, sino una de forma continuada. Apelación mantiene cuatro partidos de sanción por las dos patadas que asestó a Casquero, en el césped tras ser víctima de un penalti, otros cuatro por el puñetazo en el rostro a Albín, uno por los insultos y el último por la roja directa. Tras Apelación, al club blanco solo le quedaría acudir al Comité Español de Disciplina Deportiva, pero el Real Madrid ha decidido no apelar más.
In: A Marca
Por muito que nos custe neste caso concreto, em Espanha, aqui tão perto, a análise destas situações é levada a sério, muito a sério.

A Copa


O futebol internacional se profissionalizou de tal forma que a segunda Copa do Mundo que o Brasil sediará, em 2014, deve ter pouco em comum com a primeira, de 1950, vencida pelo Uruguai – principalmente no resultado da final, espera-se. Entre essas diferenças, uma das mais curiosas está à vista de todos: se naquele tempo a Copa era uma copa propriamente dita, em 2014 não será mais.
Convém explicar. Como anda na moda em certos círculos agarrar palavras pelo pé da letra, pregando-se a substituição de expressões legítimas como “risco de vida” (por risco de morte) e “greve de fome” (por greve de comida), é de admirar que ainda não tenham disparado o alarme: no reino do literalismo, faz tempo que a Copa do Mundo é uma ficção.
De fato, Copa-copa era no tempo da Jules Rimet, quando a taça tinha a forma de uma taça, na qual se podia até beber champanhe. E bebeu-se mesmo: na comemoração do título de 1958 na Suécia, a Jules Rimet passou de boca em boca. Quem recorda é Pelé no livro que lançou ano passado (“Pelé, a autobiografia”, editora Sextante). Acrescenta que limitou-se a assistir: aos 17 anos, estava abaixo da idade legal para aquele tipo de celebração.
O uso era irreverente, mas perfeito. A palavra “copa” é derivada do latim cupa ou cuppa, “vasilha grande”, que deu ainda nos nossos copo e cuba, no inglês cup e no italiano coppa, entre outros herdeiros mundo afora. Mas depois que o Brasil garantiu em 1970 a posse da Jules Rimet (para sempre, imaginávamos, até que ladrões a derreteram), o troféu da Fifa perdeu o côncavo necessário para se qualificar literalmente como copa.
Felizmente, tudo isso tem apenas valor de curiosidade. Faz tempo que o sentido de copa, tendo se expandido da taça para a disputa esportiva eliminatória em que ela é posta em jogo, estendeu-se também a troféus de formas variadas. Assim caminham as línguas. Já não existem discos em aparelhos de telefone, mas continuamos a “discar” números. Há anos a “novela das oito” começa às nove. E a Copa do Mundo é um globo.


Texto publicado na “Revista da Semana”.
Sérgio Rodrigues

Futebol Feminino - Primórdios na FPF

1ª Selecção Nacional


1º jogo, em 24.10.1981, com a França, em Le Mans - 0/0

Jogadoras: Alice Ribeiro (Boavista FC), Paula Freitas (Boavista FC), São Tato (Leixões SC), Eva (Coelima), São Azevedo (Boavista FC), Alfredina (Leixões SC), Tisa (Coelima), Fátima Silva (Boavista FC), Isabel Santos (Boavista FC), Silvia (Boavista FC), Ana Lessa (Boavista FC).

Suplentes: Gena (Foz), Olivia (Boavista FC), Albertina (Boavista FC), Emilia (Coelima), Cidália (Coelima).

Albertina substituiu São Azevedo aos 64 minutos


São Tato

Marcadora do 1º golo da Selecção Nacional, no jogo nº 5, com a Espanha, em 06.02.1983, em La Guardia


Se algum destes dados estiverem incorrectos façam favor de dizer.


"Aqui não há nomes sonantes como Luís Figo nem feitos internacionais que prendam a atenção do público. Os estádios não se enchem e a televisão quase pede desculpa para transmitir um jogo da Selecção Nacional. Mas ninguém baixa os braços na luta por um lugar ao sol. Há 20 anos era um escândalo as raparigas andarem atrás de uma bola. Hoje, centenas de jovens por todo o País batem à porta dos clubes que se multiplicam na criação de equipas femininas. Ninguém quer perder o comboio e se hoje são mais de 1.100, amanhã serão muitas mais as jogadoras que sonham um dia vir a tornar-se tão conhecidas como Luís Figo. O futebol feminino em Portugal está vivo e recomenda-se."

Este texto foi publicado há uns anos atrás no site da FPF. Era optimista e reflectia a opinião de alguém que acreditava numa alteração significativa do quadro existente. Hoje essa mesma pessoa não estará tão optimista.

Vou começar a publicar alguns posts sobre o assunto e peço ajuda a quem quiser colaborar. Publico a foto da primeira Selecção Nacional e da primeira marcadora, São Tato de seu nome.
Abro este espaço a quem estiver disposta(o) a ocupá-lo. Vamos lá!

quarta-feira, maio 13, 2009

O Repórter Fotográfico fotografado


Francisco Paraíso tem acompanhado a Selecção Nacional nas últimas grandes competições. Discreto, como só o conseguem ser aqueles que entendem que o protagonismo no futebol deve ser sobretudo para os jogadores, tem registado autênticos poemas com as suas máquinas fotográficas. Alguns deles estão aqui neste blog. Recomendo, a quem conseguir encontrar à venda, o livro sobre o Mundial 2006, de edição da FPF. Um dia, estou certo, a Federação dar-lhe-á a devida recompensa por tanto e tão bom trabalho. Obviamente não estou a falar de dinheiro mas de reconhecimento. Desta vez, numa qualquer viagem que não preciso, fui eu que o fotografei. E esta hem!

Perigo no Adriático


AC Milan derrota selecção da Albânia

O AC Milan cumpriu, esta terça-feira, um particular frente à selecção da Albânia, adversária de Portugal na qualificação para o Mundial-2010, e apenas nas grandes penalidade (5-4) é que venceu o adversário, visto que o jogo terminou empatado a três golos.

O AC Milan, que voltou a contar com o internacional italiano Gattuso, após cinco meses de ausência por grave lesão, ganhou vantagem fruto dos golos Ronaldinho, Shevchenko e Inzaghi, mas a selecção albanesa deu boa resposta e conseguiu empatar a partida, tendo apenas cedido na marcação das grandes penalidades.

Imprensa inglesa - à atenção de Ronaldo

Colaboração de Claude Moreira




terça-feira, maio 12, 2009

Arte e Futebol -2-

" Jogador de Futebol" de José de Guimarães

Holocausto

Figo levantando o troféu do 1º lugar

A propósito da actual viagem do Papa a Israel, lembrei-me que em Dezembro de 1988 e Janeiro de 1989, as Selecções Nacionais de Sub/16 e Sub/17, participaram nos Torneios Internacionais de Israel. O convite surgiu na sequência de algumas amizades que tinha feito, no Porto, em Abril, durante a estadia da Selecção de Israel Sub/18, particularmente com os meus amigos Israel Szcuzinsky e Schlomo Sharf. Foi uma deslocação extraordinária e dela fizeram parte, entre outros, Luis Figo, Peixe, Abel Xavier, Pauleta, Jorge Costa, João V. Pinto, Brassard, Tulipa, Bino, etc.. Lamento não ter neste momento condições para digitalizar as fotos que possuo, só o tendo conseguido fazer com aquela que se encontra acima. Voltando ao tema, visitámos todos os locais históricos de Israel, nomeadamente Nazareh, o Muro das Lamentações, o Santo Sepulcro, Belém, o rio Jordão e o Museu do Holocausto. Falámos e abordou-se também o contraste com a questão palestiniana, bem visível e sentida, embora não tão chocante como actualmente se verifica. O mais significativo de tudo foi porém termos ficado hospedados num Kibutz. Que experiência única e importante para todos, compreender e viver durante dez dias, a forma organizativa e comunitária daquelas pessoas. Ainda não há muito tempo numa entrevista, João V.Pinto, referia-se a este assunto, dizendo o quanto o tinha marcado esta viagem, as visitas que efectuámos, os ensinamentos históricos recolhidos e a importância que tudo isso teve no seu desenvolvimento cultural e humano.
Como referência final, relembro que ganhámos o torneio em sub/16, tendo essa vitória iniciado o caminho da equipa que se viria a tornar, pela primeira vez, campeã da europa da categoria.

segunda-feira, maio 11, 2009

Todos Somos Portugal



Hoje vou falar deste blog. Comecei por proposta indirecta de um amigo. Pensei em primeiro lugar fazer uma publicação com as minhas histórias/estórias da Selecção Nacional, mas acabei por meter-me nesta tarefa. Tem sido extremamente gratificante receber muitos e-mails elogiando o que vou publicando. A sua divulgação só tem existido praticamente junto dos amigos e não penso fazer muito mais. Não vou pagar para ser divulgado, nem estou muito preocupado em que cresça muito. No entanto, há cerca de minutos, o número de visitantes em Maio, ultrapassou os visitantes de Abril. Não são número comparáveis com outros blogs, com anos de avanço, mas são animadores. Também não vou transigir no que respeita a princípios, nomeadamente de ofensa a outros. Crítico sim, ofensivo não. Vou manter-me por aqui, atento ao que se passa à nossa volta, sobretudo a tudo o que diz directa e indirectamente respeito às Selecções Nacionais e às pessoas que as fazem, a todas sem excepção. E também a todo o outro futebol, nacional e estrangeiro e às suas relações com a sociedade em geral. Tenho muito para contar. Vou continuar a fazê-lo e até já desafiei amigos a colaborarem em nome próprio. Vamos a ver a evolução que acontecerá.

Ricardo, Nelson e o Bétis


O ambiente está tenso no Bétis. Esta segunda-feira algumas dezenas de adeptos tentaram invadir as instalações do clube, durante o treino da equipa. Não conseguiram, mas no fim alvejaram os carros dos jogadores, atirando-lhes ovos.
Depois da derrota no sábado frente ao At. Bilbao, que deixou a equipa dos portugueses Nélson e Ricardo a três pontos da zona de despromoção, a sessão desta manhã era à porta fechada, mas ainda assim os adeptos concentraram-se junto à Cidade Desportiva do Bétis. Os funcionários negaram-lhes a entrada e chamaram a polícia, que formou um cordão de protecção para que os carros dos jogadores pudessem sair.
Além destes incidentes, as paredes do local de treinos do Bétis apareceram esta manhã pintadas com críticas aos jogadores, apelidados de mercenários, e apelos à saída de Manuel Ruiz de Lopera, principal accionista do clube.


In "Mais Futebol"

Vida difícil para os nossos internacionais Ricardo e Nelson. Mereciam mais estes nossos dedicados atletas. Desejo-lhes que atravessem esta fase difícil sem contrariedades de maior, ou seja, que o Bétis se mantenha na Liga.


LOS SUPPORTERS SUR ANIMARÁN EL DOMINGO COMO SIEMPRE Y SE DESMARCAN DE LOS INCIDENTES


Los Supporters Sur han asistido hoy al Restaurante La Raza, lugar donde se celebra todos los lunes la tertulia de la radio oficial del club, con la intención de hablar con el Director de Comunicación Iván Larriba. La representación de los Supporters que se han dado cita han pedido que sea a través de este medio donde se aclare públicamente que ellos no han tenido nada que ver en los incidentes de esta mañana en la ciudad deportiva. También han querido aclarar que el pasado sábado no arrojaron ninguna piedra a los vehículos de los jugadores a la salida del parking del estadio tras el partido en San Mamés. Quieren los Supporters Sur que no se entienda que las pancartas que mostraron antes del partido contra el Atlético de Madrid son una amenaza para nadie, destacando, según Larriba 'que el significado de venced o morir significa que si vencemos todos ganamos y si morimos lo hacemos todos'. Pero el mensaje más destacable que ha salido de Iván Larriba esta tarde ha sido para aclarar que los Supporters 'animarán todo el partido como siempre lo han hecho, darán una tregua a los jugadores y no pararán de animar en este partido tan importante'. También han querido dejar claro que el gran descontento actual con la actitud de la plantilla bética.




Até eu, se pudesse deslocar-me, iria Domingo a Sevilha, assistir ao jogo com o Almeria. Ricardo, há coisas - a amizade - que não se esquecem.

Reflexão

"...Mas permanece o fato de que jamais um país comunista ganhou uma Copa do Mundo. Há muitas explicações. Comecemos com o fator Lobanovsky. Valeri Lobanovsky, o grande técnico soviético e ucraniano dos anos 70 e 80, acreditava que a ciência podia suprir as verdades fundamentais a respeito do jogo. Mandava que técnicos avaliassem os jogadores com base no número de ações – desarmes, passes, finalizações – que realizavam. Essas avaliações favoreciam perversamente as ações de defesa sobre a criação construtiva do ataque. O método de Lobanovsky captava o modo pernicioso pelo qual a rigidez do marxismo permeou a mentalidade do bloco oriental. Tal rigidez pode produzir um grande corredor ou ginasta, mas não produz campeões em um esporte que requer, com regularidade, clarões de individualidade e disposição para correr riscos."

Franklin Foer
In “Como ganhar a Copa"

O Golo


De todos os golos da Selecção Nacional que presenciei ao vivo, aquele que mais me emocionou, foi sem dúvida, este, de Luís Figo, no Philips Stadion, em Eindhoven, no jogo Portugal/Inglaterra, no Euro 2000. Perdíamos por 2/0 quando o Luís arrancou por ali fora, chutou, as redes abanaram e golo. Continuou a corrida e foi buscar a bola dentro da baliza. A reviravolta iniciava-se. Os ingleses sentiram que iam perder, os portugueses no estádio arrepiaram-se, uniram-se e perceberam que aquele gesto de Luís Figo, iria ficar para sempre imortalizado, dado que simbolizou o início da mais estupenda reviravolta de um jogo de Portugal. Tal como o de Eusébio em 1966, registado pelo grande Nuno Ferrari. Só que desta vez o adversário era a poderosa Inglaterra, cujos técnicos e adeptos se portaram duma forma incompreensivelmente arrogante. Todas as peripécias desse jogo dariam para uma pequena brochura. Um dia destes ainda ganho coragem para as contar.
Poderia falar de outros belos e históricos golos, como por exemplo o de João V. Pinto neste mesmo jogo, o de Rui Costa, em 1995, contra a Rep. da Irlanda, os vários golos do jogo Portugal/Rússia, em 2004, alguns de Pauleta, nomeadamente o que marcou contra a Noruega, em Oslo, em 2003, e tantos outros, mas este, para mim, é o mais fantástico, por si mesmo e pelo que representou.

domingo, maio 10, 2009

Dr.Camacho Vieira


O Radio Clube Português promoveu hoje uma homenagem ao ilustre cidadão e médico, Dr. Augusto Camacho Vieira. Estiveram presentes e participaram pelo telefone, nomes conhecidos da música coimbrã, da cultura, da política, do desporto e do jornalismo, tais como o Dr. Luís Goes, figura máxima do Fado de Coimbra, Prof. Manuel Sérgio e Dr. Almeida Santos. Único ponto comum a todos, o Dr. Camacho Vieira. Um excelente programa de Fernando António e Fernando Correia e uma merecida homenagem a esse antigo médico da Selecção Nacional.

Selecção, Juventude e Alegria


Sem comentários

Eleições, Campanhas e Demagogia






«Se ganhar as eleições, o Sporting vai ser campeão»


Candidato à presidência do Sporting, Pedro Souto voltou este sábado a estar no Estoril Open e diz que, com ele na liderança, o clube de Alvalade vai ser campeão na próxima época.
O candidato à liderança do clube de Alvalade afirmou ainda que espera que o FC Porto não encomende já esta noite as faixas de campeão, mas garantiu que, se assim for, com ele na liderança do Sporting, a vitória será do clube verde e branco na próxima época. «Se eu ganhar as eleições, vamos ser campeões», afiançou.Pedro Souto prefere dizer que está a apresentar ideias e não em campanha. O empresário diz acreditar no futuro do clube e da equipa de futebol: «O Sporting para mim é futuro e não passado. O dr. Soares Franco disse em conferência de imprensa que o Sporting era passado. Para mim o lema vai ser que o Sporting vai ser sempre futuro», afirmou, recusando adiantar mais pormenores sobre os nomes em que irá apostar.



sábado, maio 09, 2009

Brincadeiras no Sporting/Vitória FC

Foto: ASF

Em tantos anos de futebol, tendo estado em tantos grandes jogos, em finais europeias e mundiais, sempre vi as equipas de arbitragem aquecerem no meio do campo, sem interferirem com o aquecimento das equipas que se preparavam para o jogo. Em Portugal, pelos vistos, gostamos de inovar...ou melhor, inventar! Ele há com cada um! Quando não há problemas - estávamos antes do jogo - criamo-los.

Escritores e Desporto


Os escritores e os esportes


"...Mas o futebol, o “soccer”, é mais universal, e não são poucos os escritores que se debruçaram e se debruçam na arquibancada de seu espetáculo – que pode ser ao mesmo tempo lírico, heróico, trágico e patético. Jogado com os pés, mais indomáveis e, no entanto, mais prodigiosos que as mãos, o futebol se põe à mercê da psicologia numa intensidade que não existe nos outros esportes; o número maior de jogadores e variáveis transferem peso para a torcida, que por sua vez pode ser o peso que atrapalha em vez de empurrar o jogador. Não por acaso, a cabeçada do “artista” Zidane – francês de origem argelina, como o goleiro e romancista Albert Camus – no peito do “atleta” Materazzi, na final da Copa da Alemanha, foi tema de tantos artigos, até do filósofo Bernard Henri-Lévy. A chave está em Camus: “Tudo que sei com mais segurança sobre moralidade, devo ao futebol.”Pegue uma coletânea como o Guia Cult para a Copa do Mundo, publicada no Brasil no primeiro semestre, e você vai entender a universalidade do futebol. Há ali, inclusive, um grande escritor americano, o contista Robert Coover, que no capítulo sobre a Espanha passa menos tempo escrevendo sobre a seleção espanhola do que sobre a lendária partida entre Brasil e Itália na Copa de 1982, em que o artifício canarinho cedeu à determinação da Azzurra. Sim, Nick Hornby, o escritor inglês, autor de Febre de Bola, sobre sua paixão doentia pelo Arsenal, também é um dos 32 colaboradores do volume."

In Revista Cult

Arbitragem da UEFA


Os frequentes problemas que vêm acontecendo em momentos fundamentais das competições da UEFA não têm sido, para mim, novidade maior. Tem-se assistido ao aparecimento de árbitros sem categoria, para estarem em palcos de grande, enorme, dimensão. Dirigir jogos das meias-finais da Champions, deveria ser só para árbitros bem tarimbados, com grande experiência. Perdõem-me os meus amigos noruegueses, mas pensar que um árbitro norueguês, habituado à fragilidade de uma liga menor, possa desempenhar com êxito a direcção de um jogo como o que assistimos esta semana, em que as pressões financeiras, desportivas, mediáticas e de prestígio são de tal forma altas para os dois clubes, é quase como estar a jogar para o primeiro prémio do euromilhões. A possibilidade de sucesso é muito limitada. Terie Hauge foi a excepção, não a regra. Este é um assunto que se vem falando muito intensamente dentro da própria UEFA e que tem limitado, e muito, a carreira de algumas equipas em função de más arbitragens. O Director Executivo desta estrutura, disse que eram lixo as análises de alguns jornais ingleses sobre os interesses particulares da UEFA, em evitar a repetição de duas equipas inglesas na final da Champions. Acredito na sinceridade das suas palavras, mas tenho dúvidas muito sérias, não só sobre os critérios usados nos últimos anos para designar alguns árbitros, mas também sobre a categoria de alguns deles. Há bons árbitros na Europa, mas existem também, e muitos, com pouca qualidade. Tudo isto foi agora analisado com tremendo mediatismo porque se tratava do Chelsea, mas acontece todas as semanas uefeiras, sem este protagonismo, com as pequenas equipas de países com menor peso a serem, com preocupante frequência, altamente prejudicadas. Quem sabe se não seria bom que a Comissão de Árbitros deixasse de existir e as nomeações fossem entregues a profissionais da própria estrutura? Relembro, mais uma vez, a questão de Marc Batta, que depois de cometer uma das maiores barbaridades do futebol moderno, voltou a estar em situação priveligiada de intervenção no último Euro, na disputa de um jogo entre as duas mesmas equipas! Não teria sido mais correcto evitar este caso, igual no fundo a tantos outros? Recorde-se também a título de exemplo o jogo Basel/V.Guimarães. Depois dizem que são lixo as especulações de alguns!

Finalmente, parece-me que não foi devidamente equacionada a saída de árbitros de excelente categoria como Urs Meier, Anders Frisk, Collina, Terie Hauge - norueguês com enorme classe -Lubos Michel e outros, sem que tivesse havido a devida maturação dos mais novos.


UEFA Champions League semi-finals statementFriday 8 May 2009
Disciplinary


With regard to the UEFA Champions League semi-final second leg between Chelsea FC and FC Barcelona in London on Wednesday, UEFA has received both the referee's and delegate's report. UEFA is currently examining those reports, as well as gathering additional evidence. It will decide which action to take in the course of next week. No protest has been received with respect to the red card shown to FC Barcelona player Eric Abidal.
Manchester United FC submissionUEFA has also received a submission from Manchester United FC concerning the red card shown to the club's player Darren Fletcher in the UEFA Champions League semi-final second leg against Arsenal FC in London on Tuesday. The UEFA Control and Disciplinary Body will meet on Monday to deal with this case.



sexta-feira, maio 08, 2009

1º Jogo da Selecção Nacional


A Selecção Nacional jogou o seu primeiro desafio internacional, em Dezembro de 1921, em Madrid, com a Espanha. A comitiva usou para viajar um passaporte colectivo que aqui se reproduz. O triste do post é que o original, pertença do Casa Pia AC, estava em exposição na Câmara Municipal de Lisboa, quando esta ardeu há alguns atrás, tendo-se perdido no incêndio. Felizmente tinha esta cópia.

Curiosidades




O clube com maior número de títulos nacionais é o Linfield, da Irlanda do Norte, com 77. Em segundo está o Rangers, da Escócia, com 74. O Bochum (Verein Für Leibersübungen Bochum Fussballgemeinschaft EV), da Alemanha, onde joga Daniel Fernandes, foi fundado em 10 de setembro de 1848 e é o clube mais antigo do mundo.

História

Campeões do Mundo Sub/20 - 1991

Em Pé: Pedro Mousinho (Organização), Brassard (Louletano DC), Toni (FC Porto), Cao (FC Porto), Jorge Costa (FC Penafiel), Abel Xavier (CF Estrela Amadora), Capucho (Gil Vicente), Figo (Sporting CP), Tó Ferreira (FC Famalicão) e Carlos Godinho (Secretário).Ao Meio: António Gonçalves (Técnico de Equipamentos), José Catoja (Fisioterapeuta), Dr. Camacho Vieira (Médico), Rui Caçador (Treinador), Carlos Queiróz (Seleccionador de Juniores), Engº. Azevedo Félix (Vice-Presidente da FPF), Dr. Fernando Peixoto (Director da FPF), Nelo Vingada (Treinador), Agostinho Oliveira (Treinador) e Dr. Carlos Neves (Médico).Sentados : Gil (SL Benfica), Luis Miguel (Rio Ave FC), Paulo Torres (Sporting CP), João V. Pinto (Boavista FC), João O. Pinto (Atlético CP), Nelson (SC Salgueiros), Rui Costa (AD Fafe), Rui Bento (SL Benfica), Tulipa (FC Porto) e Peixe (Sporting CP).







quinta-feira, maio 07, 2009

Ainda o Chelsea/Barcelona


Depois de ver as imagens finais deste jogo, lembrei-me do Portugal/França, do Euro 2000. Comparado com o que aconteceu ontem, os nossos jogadores pareciam meninos de coro. Se Nuno Gomes, Abel Xavier e Paulo Bento foram castigados pela UEFA daquela forma tão exagerada, tendo em atenção os acontecimentos que protogonizaram, tenho alguma curiosidade em conhecer os castigos que serão aplicados a Terry, Drogba e Ballack, entre outros.

Petit


Petit, um homem com um coração do tamanho do mundo. Foi uma grande perda a sua saída da Selecção Nacional. Pela sua qualidade como jogador, pela sua sua atitude como homem, pela sua permanente boa disposição e espírito de grupo. Que histórias fantásticas protagonizou no interior da selecção. Faz-nos falta. De vez em quando vejo os seus jogos no FC Koln e trocamos sms. Está integrado e feliz em Colónia. Soube ontem que vai ser mandatário a um candidato às eleições do SL Benfica, prenunciando assim que pretende ficar no seio do futebol depois de deixar de jogar. Ainda bem. Com o que sabe, pode vir a ser uma mais-valia, esteja onde estiver.

CD Aves - o exemplo

www.cdaves.pt


O jornal A Bola de ontem, publicou uma curiosa notícia, assinada por Rui Amorim, sobre o plantel do CD Aves. Este clube tem contrato com 26 jogadores, dos quais 24 são portugueses e dois brasileiros. Julgo que este é de facto um registo único nas ligas profissionais, e um caso muito interessante a merecer reflexão. O CD Aves encontra-se em 8º lugar na Liga Vitalis. Um exemplo a seguir. Nem tudo é mau e negativo no nosso futebol.

quarta-feira, maio 06, 2009

Quando se perde desta forma até os ingleses perdem a cabeça


Custa. Custa mesmo muito. Até os fleumáticos ingleses perdem a cabeça quando se sentem injustiçados. Já passei pelo mesmo. Esta noite, no túnel de Stamford Bridge, a temperatura deve ter subido muito. Guus Hiddink esteve à altura, alguns dos seus jogadores não. Lembro-me de Basileia em Junho de 2008. Como custa! Ballack dessa vez não protestou.

A Solidão do trabalho invisível

Foto e ideia de José Vidal


Num lugar qualquer no mundo, esperando o resto dos equipamentos, António Gonçalves, Técnico de Equipamentos da FPF, é a imagem de alguém apreensivo, angustiado que aguarda o grande momento, a preparação do balneário e a chegada das estrelas. Deviam faltar quatro horas para o jogo. Os jogadores, a essa hora, provavelmente ainda descansavam no hotel.
Em 2004, na Academia, preparando o balneário e as camisolas para um dos jogos

Fotos: Francisco Paraíso

Lendas da Fotografia - António Capela


António Cândido Sanches Capela nasceu em Lisboa, na freguesia de Santa Isabel, no dia 6 de Janeiro de 1927, tendo falecido em 2 de julho de 1996. Uma vida ao serviço da informação desportiva com fotos publicadas no "Notícias da Beira" em Moçambique, na revista "Stadium", no "Diário Popular", no jornal do "Sporting", no "Record" e tantos outros que seria fastidioso enumerar. Quase meio século a registar os grandes momentos do Desporto em Portugal.
Nuno Ferrari, ao evocar o amigo perdido "diria"..."Capela era um excelente profissional que honrava a classe com os seus trabalhos de grande rigor, prestigiando inúmeros jornais com a sua colaboração plena de intuição e saber".
António Capela recebeu alguns prémios, o mais importante dos quais terá sido a medalha de "Bons Serviços", outorgada em 1995, sob proposta do Clube Nacional de Imprensa Desportiva (CNID). A riqueza patrimonial do seu espólio contem momentos únicos da história do desporto em Portugal: Carlos Lopes e Fernando Mamede a correrem lado-a-lado; o ínesquecível Joaquim Agostinho agradecendo a ovação do público na extinta pista do Estádio José de Alvalade, o eterno Eusébio e Rosa Mota no ínicio de carreira.

Ponta







PONTA: ESPECIALISTA EM PERIGO DE EXTINÇÃO QUE VIVE NA ZONA MAIS VERDE DO CAMPO. O ponta é um especialista. Como o meio-campista é um homem que vai e volta, o ponta é um homem que espera. Como o centro-avante mira o gol de frente, o ponta mira de perfil. Como o zagueiro distancia o perigo, o ponta fabrica. A prova de que poderiam desaparecer são esses campos pelados no meio, de tanto ser pisado, e com grama nas laterais, porque por ali não passa ninguém. O ponta necessita uma virtude sobressalente (velocidade, habilidade, precisão nos cruzamentos...) e, como os inventores, têm fama de loucos (imprevisíveis, descontínuos, extravagantes...).

Jorge Valdano, Apuntes del balón, Ediciones La Esfera de los Libros, 2001
Contrapie

terça-feira, maio 05, 2009

Luis Figo

Foto: Francisco Paraíso


No jornal "O Jogo" de hoje:

"Figo desmente ter mágoa por não ter ganho qualquer título na Selecção, antes diz sentir-se orgulhoso pelo que alcançou: Chegámos a uma final do Europeu e às meias-finais de um Mundial. Para um país como Portugal, com dez milhões de habitantes, temos de nos sentir orgulhosos"

Vê lá o que dizes Luís. Olha que falar dessas pequenas coisas hoje, em Portugal, está não só fora de moda, como até corres o risco de ser considerado membro das forças de bloqueio...



Palavras são para dizer, e não para enfeitar

De vez em quando, jornalistas de outras áreas, escritores, poetas, filósofos e artistas escrevem sobre futebol. Alguns fazem de rotina. Isso é ótimo. Por escreverem muito bem, não terem o olhar viciado nem conhecerem os clichês, eles enriquecem a crônica esportiva. Muitos desses pensadores não entendem de detalhes técnicos e táticos nem querem entender. Isso também é ótimo. Nelson Rodrigues tinha fama de não entender nada de futebol nem de ver o jogo por causa de uma limitação visual. Mestre Armando Nogueira, que entende muito do assunto e que tem ainda a alma de poeta e escritor, conta que assistia aos jogos no Maracanã ao lado de Nelson Rodrigues. Quando acabava a partida, Nelson segurava Armando pelo braço e perguntava: Como foi o jogo? Quem foi o craque? Nelson Rodrigues ia para a redação do jornal e, com suas delirantes e espetaculares metáforas, escrevia os textos mais bonitos que já li sobre futebol. As crônicas de Luís Fernando Veríssimo sobre futebol são também deliciosas. Uma que não esqueço é a do menino que ganha uma bola de presente do pai e pergunta: Onde liga? Tem manual? É em inglês? Aprendo também com as colunas escritas por jornalistas esportivos que leio diariamente nos principais jornais brasileiros. Todas vão além de detalhes técnicos e táticos. Aprendo ainda com alguns comentários de programas diários de esportes de rádios e televisões e durante transmissões de partidas. O Linha de Passe e o Pontapé Inicial, ambos da ESPN Brasil, são imperdíveis. Mauro César, Paulo Vinícius Coelho e Paulo Calçade, da ESPN Brasil, sabem muito de futebol. Paulo Vinícius compete com o Google. Gosto ainda dos comentários do Flávio Prado, na rádio Jovem Pan, e do Alberto Helena e do Marco Antônio, do SporTV. Há outros que não me lembro neste momento. No sonho, as minhas colunas seriam uma mistura de textos de vários colunistas esportivos, de Nelson Rodrigues, Luís Fernando Veríssimo e Carlos Heitor Cony, que deveria escrever mais sobre futebol. Acordo e não fico frustrado. Sinto apenas uma inveja, uma boa e carinhosa inveja. Tento apenas escrever textos claros, concisos e técnicos. Quase sempre não consigo. Mas ainda vou aprender. Sou novo. Não tenho orgulho nem vergonha de aprender. Juca Kfouri, uma das minhas referências na crônica esportiva, disse que meus textos parecem com os de Graciliano Ramos. Juca, menos, menos. Além disso, gosto de adjetivos e palavras bonitas. Graciliano detestava. Por isso, escreveu: "As palavras existem para dizer, e não para enfeitar".
Tostão
O Povo online

Arbitragem

Durante este fim-de-semana, tive oportunidade de ver jogos dos campeonatos de Portugal, Espanha, Inglaterra, Alemanha e Itália. O que mais me chamou a atenção na actuação das equipas de arbitragem de todas estas partidas, não foram as questões técnicas, para as quais não me sinto especialmente vocacionado analisar, mas as medidas disciplinares, ou melhor, a falta delas, no que à nossa prova diz respeito. É de facto grande a diferença de atitude das nossas equipas de arbitragem, comparada com as dos outros países, particularmente no que refere aos protestos dos jogadores e treinadores. Os nossos árbitros não percebem, ou não querem perceber, ou não os deixam perceber, que têm de se fazer respeitar, usando os meios que estão ao seu alcance, para evitar cenas perfeitamente incríveis de desrespeito total? Será que em qualquer outra actividade, desportiva ou não, alguém falta ao respeito ao juíz como acontece no futebol português? E qual a razão que leva a que os nossos jogadores e treinadores não tenham o mesmo comportamento nas competições europeias? Nos jogos de selecções, basta por vezes um simples levantar de braços, como aconteceu a Ronaldo, na Sérvia, em 2005, para imediatamente se ser admoestado com um amarelo! Ou é pelo simples facto de nessas competições, dois amarelos, equivalerem a um jogo de suspensão? Se calhar é isso...ou não!
À atenção da Liga.