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quinta-feira, março 31, 2011

Trapattoni

Curiosa a análise que Trapattoni fez sobre os jogadores na sua relação com as selecções nacionais, com os clubes e com a sua vida diária. O treinador italiano, actual seleccionador da República da Irlanda, abordou esta questão, de forma aberta, como nunca tinha visto ninguém fazer, a propósito de alguns problemas com um ou outro jogador da sua equipa.

«Os atletas a jogar em Inglaterra estão sob muita pressão psicológica por isso precisam de descanso. Não me importo que vão beber uns copos, porque percebo que têm que libertar algum stress. O Dunne sempre se portou bem connosco», disse o seleccionador da Irlanda, acrescentando que beber com moderação é «um copo por semana e não seis».

O seleccionador da Irlanda admitiu que já foi obrigado a falar com alguns jogadores em estágio por causa das horas de regresso ao hotel, mas disse: «Não estamos na prisão, temos que confiar nos jogadores. Não se pode ir para a cama com eles. Têm que ser responsáveis.»

Esta é uma realidade que acontece com alguns jogadores mas também tem de se referir que a larga maioria, actualmente, tem um grande sentido do que é ser profissional.

domingo, novembro 15, 2009

Play-Off na Europa


Surpresas propriamente não houve, mas seguramente que o resultado mais surpreendente foi o empate da Ucrânia na Grécia. A Rússia com um golo sofrido em casa, terminou o jogo em apuros, não tendo sofrido o empate, a poucos minutos do fim, devido a uma excelente defesa do seu guarda-redes. A França venceu a Rep. da Irlanda em Dublin e tem o caminho aberto para a qualificação. Trapattoni não enganou Domenech.

quinta-feira, novembro 12, 2009

A velha raposa


Ma se l’irlandese Dunne ha risposto per le rime, l’italiano Giovanni Trapattoni non se l’è presa più di tanto per le dichiarazioni di Domenech. Al quale ha ribadito il massimo (e reciproco) rispetto, ma ha anche lanciato, nel suo special English, la sfida: "La Francia ha giocatori straordinari, ma questo non basta questo nel calcio. Il calcio è me contro di te. C’è solo una palla in campo, non cinque. Quando tu hai la palla, devo prenderla. Quando l’ho presa, devo giocare". “Avez-vous compris”, monsieur Domenech?


Trapattoni, sempre igual a si próprio. Domenech e os franceses que se cuidem.

sexta-feira, setembro 25, 2009

U2 em Coimbra


Os U2 actuarão em Coimbra em Outubro de 2010. Uma boa notícia para os fãs portugueses onde me incluo. Vou por isso contar uma história sobre essa banda irlandesa.

Em Novembro de 1995, Portugal ia jogar com a Rep.Irlanda, no Estádio da Luz, um jogo final de apuramento para o Campeonato da Europa de 96. Quem vencesse qualificava-se e a equipa que perdesse disputaria um play-off com a Holanda. Estádio cheio, com mais de 100.000 pessoas, dos quais mais de 20.000 eram irlandeses. Choveu intensamente, antes e durante o jogo. No sentido de integrar o fantástico público irlandês num espírito de festa, mandámos passar na instalação sonora do estádio um conjunto de canções dos U2 que alternavam com música portuguesa. Quando começou a tocar a primeira canção "Sunday Bloody Sunday", os irlandeses manifestaram-se de tal forma a acompanhar a música que todo o estádio sentiu que iria acontecer algo naquela noite. E aconteceu mesmo, mas para nós, tendo sido uma noite mágica da Selecção Nacional, com uma vitória por 3-0, e com um golo verdadeiramente fantástico de Rui Costa. Portugal, sob o comando técnico de António Oliveira, qualificou-se para o Euro 96, doze anos depois da última e única presença em 1984. Os irlandeses, por força da sua presença nesse jogo, foram considerados pela UEFA como os melhores adeptos europeus, mas infelizmente vieram também a perder com a Holanda, num jogo excepcional que tive a oportunidade e sorte de assistir em Liverpool. Por força das amizades que fizemos com os irlandeses, acabámos por fazer o estágio antes do Euro, na Rep. da Irlanda, em Dublin, antes de viajarmos para Inglaterra. Depois desses jogos, fiquei adepto da Rep.Irlanda para sempre. É a minha segunda selecção. É sempre com a maior curiosidade que sigo o seu percurso. Oxalá Trapattoni os consiga levar ao Mundial.

segunda-feira, setembro 07, 2009

A Velha Raposa


"A Itália é a Itália. Na conferência de imprensa antes do primeiro jogo em Bari eu tinha dito que se tratava de um duelo entre David e Golias. Agora continuo a pensar da mesma forma. A Itália é forte e experiente", considerou a "Velha Raposa".

Trapattoni está ciente das dificuldades mas os bons resultados nesta nova etapa da sua longa e próspera carreira, dão-lhe confiança para o futuro: "Conheço todos os jogadores italianos e sei que são dos melhores, mas 90 minutos são 90 minutos. Não quero ser presunçoso, mas porque não? Não é impossível. O futebol é mesmo assim. Nunca se deve dizer nunca."


Estas palavras no Record de ontem confirmam que Trapattoni é de facto a "Velha Raposa". Experiente, matreiro, cauteloso, mas confiante que pode vencer a Itália. Gostaria de assistir a este jogo em Dublin. Deverá ser interessante.