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sexta-feira, dezembro 31, 2010

Emigrantes

Começou tudo muito timidamente com alguns jogadores e um outro treinador. Aos poucos, com a saída de mais jogadores de grande notoriedade e com o aparecimento de José Mourinho na cena desportiva internacional, intensificou-se a saída de treinadores, de todas as idades e currículos, por todo o mundo. África, Ásia, Médio-Oriente, Europa, Américas, por todo o lado, aqui e ali, fala-se português. Nesta época de festas partiram mais dois, Jaime Pacheco  e Toni , aliás pessoas já habituadas à emigração. Ainda há pouco o Secretário de Estado do Desporto salientou esse movimento. Felizmente têm surgido resultados e campeões portugueses surgiram por todo o mundo. É honroso para o nosso futebol, é honroso para as nossas instituições desportivas, é honroso para a ANTF que os seus filiados singrem por esse mundo fora. Não é só de Mourinho que se fala quando se fala de vitórias e isso demonstra a vitalidade daquilo que fazemos. Todos, sem excepção, Clubes, Estado, Federação, Associação de classe, Associações, todos têm o seu papel na evolução do treinador português. De vez em quando devemos dizer bem de algo que se vai realizando com qualidade.

sexta-feira, setembro 10, 2010

Borrar a pintura

Sempre tive e tenho por Toni a maior das considerações, dada a forma desapaixonada como encarou as diversas realidades que enfrentou na vida, dando-lhes sempre um cheirinho de humor e boa disposição. No entanto, as declarações que ontem ou anteontem produziu, transportando, com infelicidade, Luiz Felipe Scolari, para o assunto Carlos Queiroz, são, no mínimo, deselegantes. Defender Carlos Queiroz é justo, dado que é seu amigo e os amigos devem sempre manifestar-se e tomar posição em momentos de dificuldade, e até lhe ficou bem tomar essa atitude. No entanto, alguém deveria explicar-lhe que Scolari foi Seleccionador Nacional, terminou o seu contrato, partiu para outras situações e nunca teve uma palavra depreciativa para com o seu sucessor, para com a FPF ou para com o futebol português. E deveria também não se ter esquecido, que apesar de estrangeiro, Scolari é treinador de futebol, e que as palavras deontologia e ética se deveriam aplicar a todos os treinadores, portugueses e estrangeiros. Às vezes, sem se esperar, borramos a pintura.