Começou tudo muito timidamente com alguns jogadores e um outro treinador. Aos poucos, com a saída de mais jogadores de grande notoriedade e com o aparecimento de José Mourinho na cena desportiva internacional, intensificou-se a saída de treinadores, de todas as idades e currículos, por todo o mundo. África, Ásia, Médio-Oriente, Europa, Américas, por todo o lado, aqui e ali, fala-se português. Nesta época de festas partiram mais dois, Jaime Pacheco e Toni , aliás pessoas já habituadas à emigração. Ainda há pouco o Secretário de Estado do Desporto salientou esse movimento. Felizmente têm surgido resultados e campeões portugueses surgiram por todo o mundo. É honroso para o nosso futebol, é honroso para as nossas instituições desportivas, é honroso para a ANTF que os seus filiados singrem por esse mundo fora. Não é só de Mourinho que se fala quando se fala de vitórias e isso demonstra a vitalidade daquilo que fazemos. Todos, sem excepção, Clubes, Estado, Federação, Associação de classe, Associações, todos têm o seu papel na evolução do treinador português. De vez em quando devemos dizer bem de algo que se vai realizando com qualidade.
Numa tarde de Maio de 1991, 18 jovens, cada um com uma placa na mão, com uma letra impressa, apresentaram-se no relvado do Estádio Nacional, no intervalo da Final da Taça de Portugal. Juntas as 18 letras, formou-se esta frase. Luís Figo, Rui Costa, João V.Pinto, Jorge Costa, Rui Bento, Brassard, Peixe, entre outros, eram os jogadores que formavam esse grupo. Semanas depois, em Lisboa, mas no Estádio da Luz, perante 127.000 espectadores, tornaram-se Campeões do Mundo Sub/20.
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sexta-feira, dezembro 31, 2010
sexta-feira, setembro 10, 2010
Borrar a pintura
Sempre tive e tenho por Toni a maior das considerações, dada a forma desapaixonada como encarou as diversas realidades que enfrentou na vida, dando-lhes sempre um cheirinho de humor e boa disposição. No entanto, as declarações que ontem ou anteontem produziu, transportando, com infelicidade, Luiz Felipe Scolari, para o assunto Carlos Queiroz, são, no mínimo, deselegantes. Defender Carlos Queiroz é justo, dado que é seu amigo e os amigos devem sempre manifestar-se e tomar posição em momentos de dificuldade, e até lhe ficou bem tomar essa atitude. No entanto, alguém deveria explicar-lhe que Scolari foi Seleccionador Nacional, terminou o seu contrato, partiu para outras situações e nunca teve uma palavra depreciativa para com o seu sucessor, para com a FPF ou para com o futebol português. E deveria também não se ter esquecido, que apesar de estrangeiro, Scolari é treinador de futebol, e que as palavras deontologia e ética se deveriam aplicar a todos os treinadores, portugueses e estrangeiros. Às vezes, sem se esperar, borramos a pintura.
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