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domingo, fevereiro 27, 2011

Sporting CP

Tantos comentários, opiniões e análises sobre o momento complicado que o clube de Lisboa vive. Todos, como eu, vão opinando sem saber exactamente o que se passa no centro do vulvão. O que é visível hoje era previsível que acontecesse. Nunca Paulo Sérgio deu a ideia que tivesse o controlo total do processo e se calhar a culpa não era só sua. Pareceu-me desde o início que este processo estava inquinado e falho de orientação global e estratégica, fosse por falta de capacidade para alterar os acontecimentos, por falta de experiência ou por falta de recursos humanos, ou simplesmente um caldo de tudo isto. Os bancos, ou melhor, a falta de dinheiro, não podem ser a culpa e a razão de tudo. Porque o Olhanense, o Paços de Ferreira e outras equipas mais pequenas, apesar de orçamentos e meios muito mais reduzidos, dão a ideia de quererem algo em campo, coisa que o Sporting raramente conseguiu ou se o conseguiu foi sempre a espaços, o que é muito pouco para um clube desta dimensão. Espera-se que o processo eleitoral defina um caminho que una os sportinguistas e que  na próxima época seja possível ver em alta uma nova filosofia de jogo, de atitude e de capacidade futebolística que actualmente não se vê.


quarta-feira, setembro 01, 2010

Cabeça do pinheiro

"Quero um avançado com estatura, falta-nos um pinheiro, com 1,90 metros, que a gente acerte na cabeça dele e a bola vá para a baliza"
Perante estas palavras de Paulo Sérgio, usando uma expressão inédita, em princípio não ofensiva e até curiosa dada a sua simplicidade, corre-se o risco do próximo avançado do Sporting, o "tal", passar a ser conhecido pelo "pinheiro" ou por outro mimo parecido. Se Bocage fosse vivo aprenderia muito com o futebol. De qualquer forma Paulo Sérgio tem razão, um pouco de humor e descontracção, só faz é bem ao nosso crispado futebol das palavras.