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sábado, julho 24, 2010

O pior do Mundial - 1 -

Foto: Valley Lodge

Termino este conjunto de reflexões sobre o Mundial 2010. Já falei do que gostei e agora abordo o que achei menos bom. Sobre as equipas e jogadores não me pronunciarei dado que os jornalistas e comentadores já disseram tudo o que havia para dizer, e é esse o seu papel, e diga-se em abono da verdade, que na generalidade as opiniões foram bastante uniformizadas. No entanto numa opinião por dentro do mundial, e dos seus aspectos organizativos, houve duas áreas que me pareceram estar bastante mal. Hoje falo somente de uma delas. Em breve falarei da segunda.


1. Match - a empresa, hoje com este nome, que há bastante tempo controla as áreas de bilhética, alojamento e viagens de todos os mundiais. O negócio está aí. Imagine-se os milhares de quartos reservados, as também milhares de viagens organizadas e os milhões de bilhetes para venda, desde a simples entrada para adepto, até à hospitalidade, e calcule-se os valores em cima da mesa. Mas isso, enfim, alguém teria de fazer, e alguém teria de ganhar, o que me espantou verdadeiramente foi a enorme falta de qualidade dos serviços prestados às equipas, particularmente nos "team base camp". Foi a primeira vez, em três mundiais e quatro europeus, que assisti às cenas que envolveram mais de uma dezena de equipas, entre as quais Portugal, com as mais recambolescas decisões que prejudicaram seriamente algumas dessas equipas, em favor de outras. A "estória" com Portugal fica para ser contada mais tarde e é verdadeiramente surrealista. Um universo de pequenas mentiras, ameaças, descontrolos e decisões sem o mínimo de senso. Se tivesse que atribuir uma medalha de latão, estava entregue desde já à Match e aos seus responsáveis, embora a larga maioria dos seus funcionários tudo tenham feito para tentar evitar maiores dissabores à empresa e por consequência ao mundial. Esperemos que no Brasil funcionem com outra qualidade e que todas as equipas sejam tratadas em pé de igualdade.

sexta-feira, setembro 04, 2009

TAP

"Sinal contrário tem o mercado africano. A partir de 25 de Outubro a companhia aérea vai aumentar de cinco para 12 as frequências para Casablanca, vai aumentar para três as frequências para Bissau e de quatro para cinco as frequências para a Cidade da Praia. A 26 de Novembro passa a fazer três voos semanais para Argel.

Das 42 frequências semanais para destinos africanos previstos para 10 de Setembro, a TAP passará a ter 54 a partir de 26 de Novembro.

À crise económica, que provocou a redução do número de passageiros transportados e a falência de várias companhias aéreas, veio juntar-se a gripe A (H1N1), e as duas principais organizações internacionais do sector - Associação das Companhias de Aviação Europeias (AEA) e a Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA) - estimam que a aviação comercial possa ser ainda mais penalizada.

Por isso, a TAP, que encerrou o primeiro semestre deste ano com um prejuízo de 72,4 milhões de euros e uma quebra de 6,2 por cento no número de passageiros transportados, considera este plano de contingência "fundamental para permitir a recuperação da companhia até ao fim do ano".
In: Público
Para África e em força, onde é que já ouvi isto?