Regressei ontem a Lisboa depois de alguns dias fora do país. Sempre, em qualquer lugar do mundo, há hoje uma televisão para nos dar a ver os jogos que gostamos, e onde os nossos estão a jogar. Foi um prazer ver o Real Madrid/AC Milan e a forma em crescendo, não só dos nossos jogadores, como do próprio clube e saber-se que isso se deve principalmente a um nosso compatriota, José Mourinho. No entanto, ao ver o Lyon/Benfica, já não houve qualquer prazer, porque além da desastrosa exibição dos lisboetas, e de uma arbitragem caseira, o que mais me chocou foi a locução dos dois comentadores da TF1, que transmitia o jogo, que se mantiveram desde o início numa atitude de parcialidade chocante. O clube português raramente foi chamado de Benfica, mas sim de "Lisbonne", como se fosse esse o nome pelo qual é conhecido no mundo do futebol. Além disso, nalguns momentos, chegaram a dizer palavras sobre os portugueses, que roçaram o "achincalhamento". No jogo, referência para o facto de Fábio Coentrão ser neste momento o melhor jogador do Benfica, e ainda para o prazer de rever Lisandro, um jogador que qualquer treinador adoraria ver na sua equipa. Lisandro, além da enorme classe que possui, consegue ainda ser o maior lutador da sua equipa. Tal e qual como o foi no FC Porto. Impressionante.
Numa tarde de Maio de 1991, 18 jovens, cada um com uma placa na mão, com uma letra impressa, apresentaram-se no relvado do Estádio Nacional, no intervalo da Final da Taça de Portugal. Juntas as 18 letras, formou-se esta frase. Luís Figo, Rui Costa, João V.Pinto, Jorge Costa, Rui Bento, Brassard, Peixe, entre outros, eram os jogadores que formavam esse grupo. Semanas depois, em Lisboa, mas no Estádio da Luz, perante 127.000 espectadores, tornaram-se Campeões do Mundo Sub/20.
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domingo, outubro 24, 2010
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