Numa tarde de Maio de 1991, 18 jovens, cada um com uma placa na mão, com uma letra impressa, apresentaram-se no relvado do Estádio Nacional, no intervalo da Final da Taça de Portugal. Juntas as 18 letras, formou-se esta frase. Luís Figo, Rui Costa, João V.Pinto, Jorge Costa, Rui Bento, Brassard, Peixe, entre outros, eram os jogadores que formavam esse grupo. Semanas depois, em Lisboa, mas no Estádio da Luz, perante 127.000 espectadores, tornaram-se Campeões do Mundo Sub/20.
sábado, maio 29, 2010
Dia grande
quarta-feira, abril 28, 2010
João Garcia

Agora que cumpriu todas as etapas acima dos oito quilómetros de altitude, João Garcia crê que «fazer mais e melhor é a única maneira de crescer como pessoa» e recorda: «Só há dez pessoas que podem dizer que conseguiram isto sem o recurso a oxigénio artificial. Agora que passei essa linha continuo o mesmo. Sinto-me estranhamente normal.»
O alpinista português fez muitos sacrifícios ao longo deste projecto, com repercussões físicas visíveis. Ainda assim, acredita que «valeu a pena» o esforço. «Não vou esconder o orgulho, este é um projecto que me avalia perante o grande público, tenho outras coisas em que poderei ser avaliado pelos meus pares, por outros alpinistas.»
A meio da conferência de imprensa, alguns amigos interromperam e decidiram questionar João Garcia. Um quis saber porque descera do cume tão devagar. «No ano passado fiz um esforço grande, ao descer no mesmo dia que tinha chegado ao cume. Arrisquei mais. Mas esta montanha é muito perigosa, tive respeito e desci devagar. Eu escalei sozinho e descer assim foi uma decisão táctica. Conheci um alpinista que, na última montanha de oito mil metros, das 14, faleceu na descida. Desci com calma, para não estragar tudo, como o Zidane, naquele último jogo.»
domingo, abril 18, 2010
terça-feira, março 23, 2010
João Garcia

"Não estava aqui há 7 anos, é engraçadíssimo reavivar a memória", diz João Garcia
No acampamento-base do Pumori, João Garcia e a maioria dos elementos que integram a expedição ao Annapurna, preparam-se para atacar o cume de 7 mil metros, que servirá de aclimatação para o objectivo da aventura.
domingo, julho 12, 2009
João Garcia
Também conhecida como Montanha Nua - em transcrição literal do sânscrito - devido aos seus declives estéreis e abruptos, o Nanga Parbat era um "osso duro de roer" para João Garcia, de 42 anos, que já havia tentado a escalada em 1996, impossibilitada pelas condições atmosféricas.
Tão famosa e difícil como o K2 (8611 metros), Naga Parbat é também conhecida como "Montanha Assassina" desde que uma avalancha soterrou uma expedição germânica, em 1937.
Vias difíceis, glaciares instáveis, tempestades e avalanchas frequentes caracterizam este cume, conquistado pela primeira vez, por uma expedição austro-alemã, em 1953.
Naturalmente cansado, desidratado mas satisfeito, João Garcia comunicou com Portugal a partir do Campo 4, onde pernoitou ontem, devendo iniciar hoje a descida para o campo base, de onde partiu a 8 de Julho.
O cume do Nanga Parbat foi alcançado por João Garcia na companhia do alpinista paquistanês Amin Ulal.
Sem carregadores de altitude nem oxigénio artificial, João Garcia está prestes a entrar no restrito clube de alpinistas - apenas nove o conseguiram - a ter no currículo os 14 cumes de 8 mil metros existentes no mundo.
Falta-lhe apenas o Annapurna (8091 metros), no Nepal, que conta escalar na Primavera de 2010.
Todas estas montanhas se situam nas cordilheiras dos Himalaias e Karakorum, na Ásia, entre Índia, China, Nepal, Paquistão e Tibete.
No Nanga Parbat, e tal como na anterior expedição ao Manaslu (8163 metros), alcançado a 29 de Abril último, o alpinista português continua a ser alvo do estudo coordenado pelo professor Fernando Pereira, sobre os efeitos fisiológicos da permanência em alta altitude. O projecto científico, inédito em Portugal, irá avaliar a performance, o dispêndio energético e a repercussão fisiológica, antes, durante e após a expedição.
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