Aos poucos e poucos vai-se sabendo toda a história da atribuição da atribuição do Mundial 2022 ao Qatar. Segundo o Record de 5ª feira que recolheu notícia do "Daily Telegraph", "Apesar de não haver provas de ter sido cometida qualquer ilegalidade, foram gastos cerca de 32 milhões de euros em comunicações (marketing, operações de charme, etc.) só no último ano. Os responsáveis do projecto sabiam ao detalhe os gostos de cada um dos membros da FIFA e foram gastos cerca de 5,2 milhões de euros em embaixadores - Zidane terá recebido 2,2 milhões de euros". Uma notícia simples, dispersa entre tantas outras, revela detalhes do grande envolvimento do Qatar na área das comunicações. 32 milhões é uma verba apreciável. O importante é o facto de não ter sido cometida qualquer ilegalidade. No fundo ainda querem fazer de nós parvos!
Numa tarde de Maio de 1991, 18 jovens, cada um com uma placa na mão, com uma letra impressa, apresentaram-se no relvado do Estádio Nacional, no intervalo da Final da Taça de Portugal. Juntas as 18 letras, formou-se esta frase. Luís Figo, Rui Costa, João V.Pinto, Jorge Costa, Rui Bento, Brassard, Peixe, entre outros, eram os jogadores que formavam esse grupo. Semanas depois, em Lisboa, mas no Estádio da Luz, perante 127.000 espectadores, tornaram-se Campeões do Mundo Sub/20.
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sábado, janeiro 22, 2011
domingo, janeiro 16, 2011
Qatar
Tenho batido tanto na atribuição do Mundial de 2022 pela FIFA ao Qatar que chegou a altura de dizer bem de alguma coisa. De facto, esta foto mostra-nos duas belas jovens qataris durante o jogo com o Kuwait, a contar para a Taça da Ásia, bem ocidentalizadas na forma de se apresentarem. No entanto, as ocidentais que se preparem para as suas novas indumentárias durante o mundial...
terça-feira, janeiro 11, 2011
Peseiro e os Príncipes
José Peseiro foi despedido de Seleccionador da Arábia Saudita, após a derrota com a modesta Síria na primeira jornada da Taça da Ásia. Peseiro, após essa derrota, terá dito que também a Espanha perdeu o seu primeiro jogo no Mundial e acabou por o ganhar e Portugal, em 2004, também perdeu o primeiro jogo e acabou por ir à final. Tudo verdades. O que eu acho estranho é que se tenha esse discurso, lógico para locais onde o futebol é gerido muito mais profissionalmente, num país em que o jogo é comandado do camarote para o campo de jogo, como se tratasse da abertura de um poço de petróleo em que tudo é comandado à distância de forma científica. Na Arábia Saudita como muito bem saberá José Peseiro, bastava falar com o nosso comum amigo Nelo Vingada, os treinadores podem receber ordem de despedimento directamente para o banco. Já muito estranhei que não o tivessem despedido no apuramento para o mundial, quando perdeu o jogo, nos últimos segundos dos descontos. Pensei na altura que os sauditas estavam a evoluir, futebolisticamente falando, mas afinal estão na mesma, têm dinheiro, mas não evoluem.
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