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segunda-feira, agosto 16, 2010

Blanco, mais blanco não há



Segundo me lembro era este o tema do anúncio do detergente TIDE, em português claro. Aplica-se perfeitamente a David Blanco, vencedor da 72ª Volta a Portugal em Bicicleta. Sem dúvida o melhor, na alta montanha, nos contra-relógios, em todos os momentos. Quatro vezes vencedor da Volta, alcançou o número máximo de vitórias que pertencia a Marco Chagas. Mais uma vez um português não conseguiu atingir o primeiro lugar, mas este é não só o resultado de uma quebra acentuada da modalidade no nosso país, mas também da globalização do desporto. Realce para a participação do público que demonstrou mais uma vez ser o ciclismo a segunda modalidade mais popular do nosso desporto. Finalmente um palavra para a quase despedida de Cândido Barbosa o mais popular ciclista português do pelotão, que ganhou a última etapa numa decisão que me pareceu errada dos juízes de chegada. Deus escreveu direito por linhas tortas. Para o ano há mais.

segunda-feira, agosto 09, 2010

Senhora da (Des)Graça



Graça para David Blanco, um espanhol já meio português, (des)graça para Cândido Barbosa. Uma equipa forte - Palmeiras Resort Tavira Ciclismo -, unida, com muito companheirismo e espírito de grupo, palavras e ideias que me dizem muito e que normalmente conduzem ao sucesso e ao triunfo. Aliás base de tudo na vida, no desporto e fora dele, e exemplo para muita gente que não consegue perceber o seu alcance. No final, palavras sérias e corajosas do vencedor e do perdedor. O que sente na hipótese forte de alcançar o número de vitórias de Marca Chagas na Volta a Portugal, perguntou a jornalista a David Blanco, que lhe respondeu, de forma simples, "Um arrepio". Cândido disse, tranquilo, "As pernas já me pesam". Está tudo dito.