Um dia, num jogo de solidariedade "Amigos de Zidane contra os Amigos de Ronaldo", em Basileia, fiz parte, como secretário, da equipa dos amigos de Ronaldo. Nesssa equipa estavam vários jogadores da cantera do Real Madrid, que para libertar Zidane, Ronaldo e Beckham, entre outros, exigiu que esses jovens jogadores também participassem. Os treinadores da nossa equipa eram Luiz Felipe Scolari, Carlos Alberto Parreira e Mário Zagalo e do outro lado estava Carlos Queiroz. Um dos jovens madrilistas chamava-se Soldado, e Zagalo, sempre com uma ponta de humor, voltou-se para Scolari e disse: "Oh! Felipão, pôxa, você em vez de trazer um general convocou um soldado, que ainda por cima não dá nem de bico". De facto o jovem estava um pouco desenquadrado no meio de extraordinários jogadores, mas também mostrou não ser assim tão mau. Hoje, Soldado, é um jogador a fazer uma excelente época em Espanha, o que prova que os treinadores às vezes também cometem erros de análise, mesmo que sejam ex-campeões do mundo.
Numa tarde de Maio de 1991, 18 jovens, cada um com uma placa na mão, com uma letra impressa, apresentaram-se no relvado do Estádio Nacional, no intervalo da Final da Taça de Portugal. Juntas as 18 letras, formou-se esta frase. Luís Figo, Rui Costa, João V.Pinto, Jorge Costa, Rui Bento, Brassard, Peixe, entre outros, eram os jogadores que formavam esse grupo. Semanas depois, em Lisboa, mas no Estádio da Luz, perante 127.000 espectadores, tornaram-se Campeões do Mundo Sub/20.
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quinta-feira, dezembro 02, 2010
Histórias da Bola - 10 -
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domingo, julho 04, 2010
quinta-feira, junho 24, 2010
Bafana, Bafana
"Now...well, we still love Bafana, they tried. We do not turn on them, and sneer, and blame, and denounce. We say thanks for trying, boys, and thanks too, to you, Carlos Alberto, and now kindly get back to the training field and trying again. Yes, we must analyse our performances in this tournament, bu let´s also look forward. We now know we can beat the best. Let´s set our sights on the Africa Cup of Nations 2012. And who knows, perhaps, in 2014 the World Cup will have a first-time winner from the southern tip of Africa. But if not, 2018 will also happen, and 2022, and our team will keep on trying for us, and we will keep on supporting them."
Parte do editorial de ontem do "The Star", com o título "Our big victory". Mesmo perdendo a qualificação para a 2ª fase, não se perdeu a dignidade e a compostura. Exemplo para muitos. Parabéns, Bafana Bafana. Parabéns, África do Sul.
sexta-feira, novembro 27, 2009
África - 3 - Os Carlos
Novo dia, novas actividades, com o ritmo do país onde nos encontramos, ou seja, bastante cedo. Seis e trinta da manhã e já esta cidade fervilha. Para nós, reunião na SAFA (South Africa Fottball Association), moderno edifício, gente muito jovem em grande actividade, com o Presidente do Comité Organizador, Danny Jordan e ainda um encontro informal com um amigo de longa data, Carlos Alberto Parreira, Seleccionador da África do Sul. Carlos já vão três. Jornada de cortesia e de aproximação ao verdadeiro poder do torneio. Ao almoço, encontro com elementos da comunidade portuguesa, incluindo um membro do corpo diplomático. Estratégias de aproximação aos portugueses da África do Sul (quinhentos mil?) e também para apoio a algumas das nossas pretensões. De seguida visita a novos locais e diversas abordagens sobre distâncias entre diversos hotéis e campos de treino, bem como verificação de alterações necessárias em alguns locais que serão as nossas opções. Cada federação tem direito a três opções de locais para estágio que serão mantidas pelo menos até ao sorteio. Hoje, pelas oito horas da manhã, partida de avião para Blomfontein, para novas visitas.
sexta-feira, julho 17, 2009
O Tetra do Brasil

Carlos Alberto Parreira
"Nem tive tempo para curtir o tetra"
"Parem as máquinas! Hoje é 17 de Julho. Dia da final do Mundial dos EUA. O Brasil de Parreira e a Itália de Sacchi defrontam-se no Rose Bowl, sob calor sufocante e sol a pique (12 horas em Los Angeles). Quem ganhar, é tetra. Mas a final é uma treta. Insossa, sem emoção nem golos. E arrasta-se por 120 penosos minutos até chegar às grandes penalidades.
Hoje é 17 de Julho. Dia do 15.o aniversário do tetra brasileiro. Por detrás desse incrível feito, um homem acima dos demais, sem o devido reconhecimento: Carlos Alberto Parreira, também presente no tri, 24 anos antes, no México-70, como preparador físico de uma equipa liderada por Mário Zagallo.
Em 1994, os papéis como que se invertem: Zagallo é uma figura de segundo plano (com o pomposo cargo de coordenador) e Parreira surge como seleccionador."
Hoje é 17 de Julho. Dia do 15.o aniversário do tetra brasileiro. Por detrás desse incrível feito, um homem acima dos demais, sem o devido reconhecimento: Carlos Alberto Parreira, também presente no tri, 24 anos antes, no México-70, como preparador físico de uma equipa liderada por Mário Zagallo.
Em 1994, os papéis como que se invertem: Zagallo é uma figura de segundo plano (com o pomposo cargo de coordenador) e Parreira surge como seleccionador."
O futebol, é muitas vezes injusto para quem consegue resultados. Para Carlos Alberto Parreira tem sido assim! Alguns analistas continuam a falar mais positivamente da equipa de 1982, que perdeu, do que da 1994 que ganhou. Para a história fica esta última. A de 1982 limitou-se a ser um grupo de excelentes jogadores.
http://www.ionline.pt/conteudo/13673-carlos-alberto-parreira-nem-tive-tempo-curtir-o-tetra---video
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